cura da afasia

Cura da Afasia (Perda da Fala) Por AVC Através do Tratamento Online da Paciente Malu

A advogada Malu realizou o tratamento online com o Fonoaudiólogo e Professor de Oratória Simon Wajntraub para curar sua afasia (perda da fala) após sofrer um AVC. A paciente é muito dedicada e a sua família, parte fundamental em todo processo, está sempre presente ao tratamento. Como podemos observar no vídeo, o tratamento da paciente Malu está tendo uma grande evolução. Todos os pacientes que precisam de tratamento para afasia necessitam de total apoio de seus familiares para que consigam prosseguir de forma segura e objetiva no tratamento. O fonoaudiólogo e professor de oratória Simon Wajntraub desenvolveu um método muito eficaz e objetivo na cura da afasia. Para todo o tratamento é necessário uma consulta de avaliação no intuito de verificar o grau de complexidade do paciente. Essa consulta poderá ser online ou presencial. A paciente Malu realiza todo o seu tratamento desde a primeira consulta através do sistema online.   Veja o vídeo e entenda como funciona o tratamento online. Cursos e tratamentos presenciais e online para todo o Brasil e Exterior. Unidades e Contatos: WhatsApp (21) 97273-2041 Rio de Janeiro – RJ: (21) 2236-5223  São Paulo – SP:(11) 4063-6460  / 4063-4735 Brasília – DF: (61) 4063-6352  / 4063-6392 E-mail: simon@boasfalas.com.br Para informações, nos envie uma mensagem de contato.Não se esqueça de detalhar quais são as suas dificuldades de comunicação: voz, fala, timidez, etc..

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Afásico Recupera a Fala com o Método Revolucionário do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub

O professor e tradutor Francis Aubert da USP, após o AVC  hemorrágico fica afásico e realiza o tratamento para recuperar a fala e voltar a realizar traduções juramentadas em Norueguês. Fonoaudiólogo Simon Wajntraub, desde 1968. Nesse link afasia (perda da fala) eu comento sobre a recuperação fantástica do Francis após um AVC hemorrágico, principalmente da fala e da parte motora, hoje ele voltou a falar os 10 idiomas e a andar de bengala, o mais incrível com a minha insistência para ele utilizar a mão esquerda no computador, com a finalidade de realizar as traduções juramentadas de norueguês, que é a sua especialidade, pois a sua mão direita está em recuperação na fisioterapia. Durante uma aula de oratória compareceu um outro paciente que também teve um AVC hemorrágico e estava com dificuldades na fala e no lado direito do corpo, mas estava andando, apesar desta dificuldade motora, indaguei de que forma ele havia se deslocado para o curso na filial de São Paulo, comentou que com o seu próprio carro adaptado para as suas dificuldades, as marchas estavam na direção e o carro era automático, aproveitei para pressionar o Francis chamando-o de preguiçoso, ele ficou perplexo com a força de vontade deste paciente e prometeu que iria se esforçar e voltar a realizar as traduções, na semana passada abril de 2015, o seu filho, o Pedro, que acompanha sempre o pai nas terapias, comentou que ele voltou a fazer as traduções juramentadas de Norueguês sem ajuda de terceiros, neste momento lembrei daqueles diagnósticos sombrios, que os neurocirurgiões adoram substituir DEUS, pintando um quadro negativo, não vai andar, não irá falar, terá uma vida vegetativa, que bom que sempre provei que o cérebro com um estímulo constante consegue substituir as áreas lesionadas. A IMPORTÂNCIA  DA PACIÊNCIA DOS FAMILIARES NA EVOLUÇÃO DOS PACIENTES Um dado muito importante é a atuação do Pedro com o pai, as vezes encontro familiares que não tem muita paciência em acompanhar a evolução do familiar acometido por doenças neurológicas, como o AVC, ANEURISMA, ISQUEMIA, TRAUMATISMO CRANIANO, ETC. Quando me refiro a paciência, é dar um tempo para os terapeutas atuarem sem muita pressão, é importante analisar se os métodos utilizados são compatíveis com desenvolvimento intelectual e profissional do paciente, evitar processos infantilizados que chegam a deprimir os mesmos. É comum também os familiares palpiteiros criarem um conflito e tentarem intercederem na metodologia sem nenhum embasamento científico, o pior é que influenciam os outros familiares que estavam felizes com o resultado técnico do método implantado e acabam colocando tudo a perder, deixando o paciente triste com a mudança constante de terapeutas. Homenagem após o tratamento de afasia por AVC realizado pela USP. Cursos e tratamentos presenciais e online para todo o Brasil e Exterior. Unidades e Contatos: WhatsApp (21) 97273-2041 Rio de Janeiro – RJ: Copacabana e Barra (21) 2236-5223 São Paulo – SP: Jardins (11) 4063-6460  / 4063-4735 Brasília – DF: SHN (61) 4063-6352  / 4063-6392 E-mail: simon@boasfalas.com.br Para informações, nos envie uma mensagem de contato. Não se esqueça de detalhar quais são as suas dificuldades de comunicação: voz, fala, timidez, etc..

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Cura da Afasia, Perda da fala da Dra. Helda Com Oratória e Argumentação Sob Pressão.

Nas imagens dos vídeos da evolução da afasia (perda da fala) da médica angiologista Helda Carvalhaes da Rocha, que teve um aneurisma, vocês iram perceber a melhora imediata através do revolucionário método do fonoaudiólogo e professor de oratória Simon Wajntraub. Rio (Copacabana e Barra), SP e Brasília. O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub atendeu uma médica que havia sofrido um aneurisma cerebral com apenas 33 anos de idade, e os médicos chegaram a jurar que ela jamais voltaria a falar e a andar. Sua sorte é que ela foi operada pelo Doutor José Carlos Zirretta, que é especializado em Angiografia por Tomografia Computadorizada dos Aneurismas Intracranianos. É uma cirurgia que é feita através de imagens sem nenhum corte cirurgico. Após a cirurgia, ela tentou tratamento com uma fonoaudióloga, sem sucesso, e acabou ficando revoltada porque a fonoaudióloga utilizava aqueles famigerados métodos primários de uso de rolhas, chupetas, línguas-de-sogra e joguinhos. Ela trouxe ao consultório do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub uma fita em que cantava, fita esta anterior ao mal que a atingiu. Helda também cantava profissionalmente, e tinha uma linda voz, na qual sobressaíam os tons médios e graves. Quando procurou o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub, sua voz estava muito infantil e embolada, sua dicção estava péssima e ela se encontrava muito inibida e triste. A primeira coisa que o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub fez foi colocar sua voz no tom certo, exatamente como estava na fita em que ela cantava, instalando todos os fonemas através de gravações, exercícios com CDs, com o sistema de “feedback” (pelo qual a pessoa fala e se ouve ao mesmo tempo). Hoje, Helda está falando normalmente e voltou a cantar, sobretudo porque o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub insistiu muito para que ela retomasse essa atividade. Raramente, a área do canto fica afetada quando o paciente apresenta um problema neurológico como esse. O médico que fez a cirurgia já operou vários pacientes que fizeram o tratamento através do método do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub. Essa cirurgia, através da angeografia, por tomografia computadorizada não deixa sequelas e a recuperação do paciente é bem mais rápida. O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub também tratou de um caso de afasia em um ex diretor da TV Globo, que primeiro teve um AVC e, depois, o Dr. Zirretta localizou no seu cérebro um futuro aneurisma, evitando que ocorresse. Ele frequentou o curso do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub, e, além de treinar com o material dos CDs em casa, participava das aulas de oratória em grupo, e adorava a argumentação sob pressão. Cursos e tratamentos presenciais e online para todo o Brasil e Exterior. Unidades e Contatos: WhatsApp (21) 97273-2041 Rio de Janeiro – RJ: Copacabana e Barra (21) 2236-5223 São Paulo – SP: Jardins (11) 4063-6460  / 4063-4735 Brasília – DF: SHN (61) 4063-6352  / 4063-6392 E-mail: simon@boasfalas.com.br Fique atualizado, inscreva-se:                                                Para informações, nos envie uma mensagem de contato. Não se esqueça de detalhar quais são as suas dificuldades de comunicação: voz, fala, timidez, etc..

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perda da fala

Perda da Fala e Cura da Afasia

Afasia é a perda da fala, mais especificamente da linguagem, causada por lesão no sistema nervoso central. É tratada com estímulos cerebrais. Afasia é o nome científico dado à perda da fala em adultos ou crianças. Afasia é a perda da fala parcial ou total, mais especificamente da função da linguagem causada por lesão no sistema nervoso central que na maior parte das vezes ocorre no hemisfério esquerdo do cérebro. As causas mais comuns são: Acidentes vasculares cerebrais, tumores cerebrais, infecções, processos degenerativos, traumatismos cranianos e encefálicos. A afasia ou perda da fala pode ocorrer por lesões cerebrais ou doenças degenerativas. No hemisfério cerebral esquerdo encontra-se uma área denominada “Área de Broca”, onde está localizada a maior concentração dos comandos neurológicos relacionados à fala. Uma lesão no hemisfério esquerdo do cérebro que cause afasia (perda da fala) pode ser irreversível. Todavia, o cérebro pode se adaptar com treinamentos específicos, podendo ser desenvolvidas atividades neurológicas relativas à fala em outras áreas do cérebro para reverter o quadro de afasia. Com tratamento intensivo e estimulando constantemente o cérebro, pode-se deslocar a área da fala para outras áreas do não atingidas, como ocorreu recentemente com o cantor Hebert Viana. O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub realiza o tratamento da afasia desde 1968. Vários neurologistas não possuíam um embasamento técnico na área da fala, condenando os afásicos a não falarem nunca mais. Com sua insistência, técnica e experiência o fonoaudiólogo Simon Wajntraub possibilitou a recuperação da fala de vários pacientes com afasia. Os quadros clínicos de afasia (perda da fala) são variados: -Dificuldade de articular bem as palavras. -Perda total da linguagem oral. -Capacidade de traduzir conceitos em palavras e simbolização – Nesse caso, pela perda da capacidade de simbolizar ( de traduzir o comando cerebral para a linguagem escrita). -A afasia pode se manifestar também na linguagem escrita. Alguns pacientes são capazes de escrever sob ditado ou de copiar, mas incapazes de ler o que escreveram, trocam ou omitem letras. Tipos de afasia: Os principais tipos de afasia são: -Afasia de Werneck – caracterizada pela fala fluente ou logorréia, que não faz sentido para quem ouve (embora a pessoa acredite estar falando corretamente e mantenha a entonação adequada), podendo também o afásico de Werneck articular palavras existentes, mas que juntas não compõem nenhum significado lógico. -Afasia de Broca – caracterizada pela preservação da compreensão combinada com a dificuldade para falar e articular palavras. -Afasia de Condução – caracterizada pela fala fluente e espontânea, combinada com a preservação da compreensão, mas o paciente é incapaz de repetir palavras corretamente. -Afasia Global – que é a perda total da capacidade de falar, compreender, ler e escrever. Clique no botão abaixo e veja alguns casos de cura da Afasia pelo método do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub. Método para a cura da afasia (perda da fala) Os tratamentos tradicionais insistem em impor terapias infantilizadas pelas quais pacientes adultos exercitam sílabas através de figurinhas (como se estivessem sendo alfabetizados), além de usarem rolhas, chupetas, línguas-de-sogra, canudos, bexigas, chegando ao cúmulo de engatinharem e rolarem no chão. Essa forma de exercícios pode deixar o paciente deprimido e às vezes revoltado. Na maioria dos casos o paciente tem entendimento de tudo o que está acontecendo ao seu redor, mas apenas não consegue verbalizar tais fatos. Para esse tipo de deficiência, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub desenvolveu um sistema nos moldes do programa “Esta é a sua vida”, no qual realiza gravações em vídeo contando o passado do paciente, mas sempre enaltecendo suas atividades profissionais e pessoais. O fonoaudiólogo determina que o paciente repita através de frases o que está sendo narrado, sempre acompanhando a voz do narrador. O diferencial nesse momento é capacidade vocal do fonoaudiólogo e professor de oratória Simon Wajntraub em realizar toda a narrativa do vídeo. Os neurologistas que presenciaram o trabalho do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub afirmam que o resultado ocorre a curto prazo, porque além do tratamento ser contínuo (o paciente pode ouvir os áudios o dia inteiro), aciona todos os aspectos perceptivos do cérebro (luz, cor, som, imagem, fala, ritmo etc). Com o método do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub o tratamento é muito mais agradável para o paciente. Não há constrangimento de ser observado por outras pessoas preocupadas com o fato de ele não conseguir falar. É muito desagradável quando parentes, amigos e fonoaudiólogos ficam olhando para o paciente no intuito de insistir que ele fale, isso provoca muita tensão, podendo causar efeitos contrários. Tratamentos presenciais e online para todo o Brasil e Exterior. Unidades e Contatos: WhatsApp (21) 97273-2041 Rio de Janeiro – RJ: Copacabana e Barra (21) 2236-5223 São Paulo – SP: Jardins (11) 4063-6460  / 4063-4735 Brasília – DF: SHS (61) 4063-6352  / 4063-6392 Email: simon@boasfalas.com.br Fique atualizado, inscreva-se:                                                Para informações, nos envie uma mensagem de contato. Não se esqueça de detalhar quais são as suas dificuldades de comunicação: voz, fala, timidez, etc..

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Afasia da Vereadora Luciana Novaes Que Levou Um Tiro e Perdeu a Fala

  Fonoaudiólogo Simon Wajntraub recupera a fala da estudante Luciana Gonçalves de Novaes, que foi atingida por bala perdida. Foram usadas técnicas de estimulo cerebral. Tratamentos presenciais e online para todo o Brasil e Exterior. Unidades e Contatos: WhatsApp (21) 97273-2041 Rio de Janeiro – RJ: Copacabana e Barra (21) 2236-5223 São Paulo – SP: Jardins (11) 4063-6460  / 4063-4735 Brasília – DF: SHS (61) 4063-6352  / 4063-6392 Email: simon@boasfalas.com.br Fique atualizado, inscreva-se:                                                Para informações, nos envie uma mensagem de contato. Não se esqueça de detalhar quais são as suas dificuldades de comunicação: voz, fala, timidez, etc..

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Afasia de Broca e mais casos de recuperação da fala

Afasia de Broca e Mais Casos de Recuperação da Fala Simon Wajntraub Frequentemente recebemos chamados em hospitais para analisar casos de pacientes com perda da fala. Em muitos, discordamos do diagnóstico de Afasia de Broca. Outros casos de afasia e afasia e afasia de broca do fonoaudiólogo e professor de oratória Simon Wajntraub. Recentemente recebi um chamado para atender um paciente que estava internado num hospital de São Paulo com um afásia severa , pois o mesmo apresentou um AVC hemorrágico causando sérios danos neurológicos, principalmente na área da fala e na parte motora. A equipe médica e os profissionais já vão pintando um quadro muito negativo para os familiares, vai ficar totalmente invalido, não irá falar e nem andar, terá uma vida vegetativa. A recuperação da fala é possível, utilizando as ferramentas e estímulos corretos. Montei o meu equipamento audiovisual no quarto que ele estava internado, todos ficaram perplexos com a tecnologia que eu utilizava. No primeiro momento quando eu estava filmando a avaliação perguntei qual a marca da minha câmera, ele respondeu, e todos os familiares que estavam assistindo o atendimento se assustaram, e ficaram numa felicidade enorme, porque caiu por terra aqueles diagnósticos negativos. No inicio da minha pesquisa em 1968, sempre briguei muito com os neurocirurgiões porque eles insistiam que lesão cerebral em determinada área jamais teria recuperação, mas como sou cientista insistente, na maioria dos casos as pessoas voltavam a falar através de outras áreas no cérebro. Quando eu afirmava isso para os médicos eles não concordavam, e chegavam a apostar que determinados casos de afasia o paciente nem falaria as vogais. Em curto espaço de tempo eu recuperava a fala da pessoa, a desculpa dos médicos é que eu acionava várias áreas do cérebro através do meu método, utilizando recursos audiovisuais, realizando gravações especiais contando detalhadamente o dia a dia do paciente antes do TRAUMA, exigindo que ele repita constantemente frases e palavras do relato da sua vida na gravação e é inserido um fundo musical de preferência do paciente, estimulando o subconsciente para enviar a mensagem para o consciente, fazendo uma substituição de área cerebral. recentemente os neurocientistas, neurologistas e os neurocirurgiões constataram que eu estava no caminho certo, o cérebro é “plástico”, e com um treinamento intensivo é possível mudar de um área lesionada para uma área não lesionada. Um caso do sucesso. No link afásia ( perda da fala), apresento o vídeo da Médica Helda, que teve um aneurisma cerebral muito intenso, e ficou praticamente sem fala. Recuperei a sua comunicação oral,  nesse caso, utilizei a área musical, devido a sua facilidade para o canto, no vídeo da evolução aparece uma imagem antes do aneurisma, onde ela estava cantando, esta imagem me facilitou bastante para localizar o tom correto da sua voz. Este é um grande problema que encontro na recuperação dos afásicos, a família raramente tem a gravação da voz dos mesmos, só imagens em festas. Eu sempre recomendo para as pessoas que tem pressão alta, diabetes, obesidade, profissões de risco, deixem a imagem e a voz gravada, conversando, cantando e lendo um texto, para no futuro, caso apresentem um problema neurológico com sequelas na área da fala, facilitarão bastante na recuperação da perda da fala. Assista a evolução da paciente Helda na recuperação de sua fala. Estímulos fundamentais. O filho do meu paciente poliglota está comentando é que eu estimulo o seu pai com canções dos idiomas que ele domina, tudo através do youtube, onde além da musica aparece as letras no rodapé da imagem, e também incentivo ele ler os textos e traduzi-los imediatamente, isso tudo com uma filmagem constante para ele assistir o seu progresso na terapia. Outro item fundamental e a sua socialização, mantendo ele ativo através das aulas de oratória online na videoconferência com imagem e som, projeto a imagem do paciente para o palco e a voz para a caixa de som do auditório do Rio de Janeiro,  enquanto está falando com a minha platéia e contracenando com o participante que está no palco, assiste esta imagem na tela do seu computador ou do laptop. Nada de infantilização da terapia com figurinhas, pirulitos, línguas de sogra, rolhas, conversinhas bobinhas, deixando a paciente deprimido e até desinteressado. Assista a grande evolução do paciente Francis Albert em seu tratamento. Para finalizar vou contar a história de uma adolescente que teve um problema neurológico muito forte e fez uma cirurgia as pressas, parece que foi uma bactéria que atacou o cérebro. O neurocirurgião quando terminou cirurgia falou para os familiares que seria muito difícil ela sobreviver e se este fato ocorresse ela teria uma vida vegetativa. Como os familiares nem deram bola para as suas palavras e através de orações e muitas correntes de amigos e familiares pedindo a DEUS que ela se recuperasse, ela saiu de um coma após a cirurgia, ficou com muito pouca sequela na fala e na parte motora, esta jovem estava estudando na universidade, um dia ela foi fazer um exame no hospital e encontrou o médico que operou o seu cérebro no estacionamento e que deu aquele diagnóstico de derrota total, ele olhou para ela com olhos cheio de lágrimas, praticamente chorando e disse: – AS VEZES NÓS MÉDICOS ACHAMOS QUE TEMOS O PODER DE DEUS E SIMPLESMENTE SOMOS HUMANOS… Clique no botão abaixo e veja alguns casos de cura da Afasia pelo método do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub. Cursos e tratamentos presenciais e online para todo o Brasil e Exterior Unidades e Contatos: WhatsApp (21) 97273-2041 Rio de Janeiro – RJ: Copacabana e Barra (21) 2236-5223 São Paulo – SP: Jardins (11) 4063-6460 / 4063-4735 Brasília – DF: SHN (61) 4063-6352 / 4063-6392 E-mail: simon@boasfalas.com.br Para informações, nos envie uma mensagem de contato. Não se esqueça de detalhar quais são as suas dificuldades de comunicação: voz, fala, timidez, etc..

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Afasia Infantil Criança Com Perda da Fala

Vocês já devem ter ouvido falar de afasia em adultos, pessoas que perdem a fala devido a fatores orgânicos, sendo os principais o AVC, aneurisma, paralisia cerebral, isquemia, traumatismo craniano, tumores cerebrais, Mal de Parkinson, esclerose lateral amiotrófica, esclerose múltipla, etc. Mas, e quando há uma criança com perda da fala? Existem também as afasias emocionais, que podem ocorrer com traumas emocionais muito fortes, causando um bloqueio na área da fala no cérebro. Várias mães recorrem à minha clínica com filhos em idades que variam de 3 aos 10 anos com uma fala muito precária e com um vocabulário bem restrito, alguns chegam a falar só “papai”, “mamãe”, “vovó” e nada mais; outros nem falam nada, e os pais, desesperados, recorrem a especialidades médicas como neurologia e psiquiatria na tentativa de obterem um diagnóstico para a afasia infantil; outros recorrem aos médicos otorrinolaringologistas. Pelos meus estudos no campo da comunicação oral, desde 1968, cheguei à conclusão de que a maioria absoluta dos casos de afasia infantil – ou atraso na linguagem da criança – tem origem emocional, ou, no máximo, uma lentidão maior na área da fala da criança, que necessita de um estímulo contínuo para acelerar este processo. No artigo atraso na linguagem da criança, apresento o meu método para fazer esse tipo de estimulação, e, com ele, e em pouco tempo a criança falará normalmente. O que mais me incomoda são os diagnósticos totalmente sem embasamento científico que os médicos atribuem à afasia infantil: Já deram pareceres absurdos, como surdez, querendo até operar o ouvido da criança; outros, denominando de afasia infantil, sem a criança apresentar nenhuma lesão neurológica, operaram uma criança de adenóide, sendo que ela respirava muito bem e não apresentava nenhum bloqueio nas fossas nasais. O pior é que operaram alegando que após a cirurgia ela falaria rapidamente devido à facilidade da respiração, e isso só causa traumas na criança. Já cheguei a atender pacientes com afasia infantil totalmente lentos devido aos remédios fortíssimos que tomavam para estimular artificialmente a área da fala no cérebro, o que é uma furada. Os problemas orgânicos que podem desencadear uma dificuldade no amadurecimento da fala e a afasia infantil são bem conhecidos e os próprios pais podem detectar: baixa auditiva, paralisia cerebral, síndrome de down, retardo mental, lesões cerebrais devidas à falta de oxigenação no parto, surdez por excesso de antibióticos fortes para curar meningite meningocócica, traumatismos cranianos em acidentes domésticos ou acidentes automobilísticos. O que me incomoda muito é quando recebo uma criança no meu consultório com todas as funções vitais normais, apenas com atraso na linguagem, e encontro os pais já desesperados, achando que o filho vai ficar mudo para o resto da vida devido a pareceres médicos insanos, com diagnósticos totalmente sem cabimento científico. A receita para uma criança falar mais rapidamente é só uma: liberte o seu filho dessa prisão psicológica que vocês, mães e pais, impõem a ele. Colocar o filho para dormir na cama dos pais é um sintoma de incompetência materna e paterna, vão deixar a criança dependente de ambos para o resto da vida. Conheço pais que colocam a criança num quarto próximo ao deles, e a qualquer resmungo eles levantam e vão dormir com a criança a noite toda. Outra furada é ficar passando álcool para desinfetar a mão antes de tocar na criança, ela perde toda a defesa imunológica e passa a apresentar uma série de doenças, como asma alérgica, além de outras alergias, e só vive gripada. Os pais criam o filho num ambiente silencioso, onde as pessoas da casa praticamente não se comunicam, os dois já estão meio estressados devido à labuta diária, detestam conversar: é lógico que a área da fala da criança vai atrofiar e ela irá desenvolver afasia infantil. Às vezes colocam uma babá cheia de problemas na fala, como troca de letras, gagueira, e até timidez, complicando o aprendizado da fala da criança. Já tratei de crianças que assimilaram a gagueira com a convivência com a babá gaga. O mais grave de tudo são os pais submissos, que é só a criança apontar e eles correm para acatar a ordem do filho – por exemplo, a criança olha para o bebedouro, e os pais já pegam o copo e oferecem água para ela – certamente essa criança não vai falar tão cedo: cai tudo do céu para ela. Outro rabo preso dos pais é quando a criança vive em dois lares diferentes, os pais são separados, e todos querem compensar a esfera emocional comprando a criança com excesso de mimo, realizando todas as suas vontades, dando tudo na boquinha, pela lei do menor esforço. Chegam a se endividar comprando brinquedos caríssimos, estourando os cartões de crédito, mas carinho e atenção que são bons: nada. Conversar com a criança:: menos ainda – é lógico que também o desenvolvimento da sua fala vai ficar prejudicado. Recentemente, encontrei com uma renomada psicanalista num vôo para São Paulo, que conhecia muito bem o meu trabalho na oratória e na fonoaudiologia. Conversamos a viagem inteira, e ela fez o seguinte comentário: “Na geração anterior, o meu consultório vivia lotado de pacientes, sendo que a maioria eram pessoas com mais de trinta anos e que já haviam constituído uma família. Com o advento do rabo preso dos pais em dar automóveis, viagens, faculdades caríssimas para os filhos, eles tiveram que abandonar o tratamento por falta de verba e foram obrigados a carregar para o resto da vida as suas encucações psicológicas, em vez de tratá-las”. Uma aluna do meu curso de oratória, que era engenheira de telemática colocou a filha na creche com seis meses de idade para poder trabalhar. Esta menina, com 5 anos, compareceu numa aula de oratória do meu curso, num sábado, subiu ao palco e deu um show de comunicação: voz grave e forte, uma fala fluente. Já com a filha caçula, a mãe fez a bobagem de deixar em casa com uma babá: esta criança ficou com uma fala muito infantil e tímida, igual

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O Afásico é Rejeitado Pela Sociedade

As pessoas que sofreram de problemas da fala, especialmente de Afasia (perda da fala), são muito rejeitadas pela sociedade, a maioria dos seus amigos os abandonaram e até os parentes se afastam. Por esse, motivo é muito importante a frequência na minha aula de oratória em grupo, para preparar esses pacientes a seu retorno ao convívio social. Outro paciente que tratei foi um ex-presidente de um Banco que, ao entrar para a política, sofreu um atentado e levou um tiro que atingiu o lado esquerdo do seu cérebro, e a bala não pôde ser retirada. Para não causar maiores danos neurológicos, eu consegui recuperar a sua fala e principalmente a sua auto estima com a sua frequência na aula de oratória em grupo. Outra pessoa que frequentou meu curso foi um jovem que sofreu um acidente de moto e teve um traumatismo craniano, ficando com a fala toda embolada. Ele morava numa cidade de Minas Gerais, a sua recuperação da fala foi muito boa. Eu até cito na história da minha vida: iniciei o meu trabalho com o meu cunhado que perdeu a fala num acidente de carro e ficou quatro meses em estado de coma. Quando ele acordou, a sua fala estava bem prejudicada, e ele foi meu primeiro paciente, porque naquela época a profissão nem existia: esse fato ocorreu em 1968.   Tratamentos presenciais e online para todo o Brasil e Exterior. Unidades e Contatos: WhatsApp (21) 97273-2041 Rio de Janeiro – RJ: Copacabana e Barra (21) 2236-5223 São Paulo – SP: Jardins (11) 4063-6460  / 4063-4735 Brasília – DF: SHS (61) 4063-6352  / 4063-6392 Email: simon@boasfalas.com.br Fique atualizado, inscreva-se:                                                Para informações, nos envie uma mensagem de contato. Não se esqueça de detalhar quais são as suas dificuldades de comunicação: voz, fala, timidez, etc..

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Paciente afásico recupera a fala com a metodologia de Simon Wajntraub

MAIS UMA VEZ PACIENTE AFÁSICO É CONDENADO A UMA VIDA VEGETATIVA. MAS MÉDICOS E PROFISSIONAIS DO RAMO NÃO SÃO DEUSES. Depoimento do filho de um paciente afásico que em três semanas está recuperando a fala através do meu método. Meu pai, professor titular de uma renomada universidade pública brasileira, ex-diretor de faculdade e atual chefe de departamento, no início de um mandato de 2 anos, ou seja, mandato até 2016, foi acometido por um AVC. Os problemas já começaram nas primeiras horas quando nosso plano e o único hospital ao qual ele nos dá direito se recusaram a mandar socorro fazendo com que minha família se visse obrig ada a contratar uma ambulância particular para que ele não morresse. Ao chegar no hospital nos disseram que o caso era muito grave e nos questionaram do porque que não o levamos antes, pois já havia passado a janela terapêutica para a trombólise. Retrucamos que o hospital se recusou prontamente a mandar o socorro. Diante dessa resposta os médicos simplesmente desconversavam e só falavam que “o caso é grave”, afirmação genérica que diz muito, mas não explica absolutamente nada. Quando conseguiu uma vaga para a UTI foi dito novamente que o caso era grave, que ele cairia mais nas próximas horas e que seria necessário intubá-lo. Disseram que nem precisaríamos ir para casa, que poderíamos já ir ficando por lá mesmo. Para bom entendedor, o recado estava claríssimo: ele não sobreviveria. Pois bem, a despeito do que os profetas do caos afirmaram, não foi necessário intubá-lo e ele não morreu. Contudo, daí começaram as previsões mais pessimistas e catastróficas imagináveis: nos foi dito que ele dificilmente falaria de novo e que não haveria como recuperá-lo da hemiplegia, pois o caso era “muito grave”. Após operar a cabeça, ele foi sedado por vários dias, e daí sim intubado. Já nesses dias ele já fava alguns sinais de movimento do lado dito paralisado. Quando acordou, estava com afasia. Muitos técnicos de enfermagem, que talvez não tenham um grau de escolaridade muito elevado confundiam a afasia com confusão mental. Minha família que nunca tinha presenciado um caso assim ficou desesperada. Ao questionar uma das médicas sobre as palavras soltas que ele dizia e que não faziam sentido nenhum, ela respondeu em tom de superioridade dizendo que foi um derrame muito extenso e que não podíamos esperar que ele voltasse a ser o que era, pois já era um milagre ele ter sobrevivido. Pois bem: quando começou a fazer sessões de fonoaudiologia para tirar a sonda de alimentação verificaram que a deglutição dele estava totalmente preservada. Assim, logo começaram a trabalhar com a linguagem. Não chegou no caso dele a ocorrer situações estereotipadas como língua de sogra, rolha e chupeta, mas as profissionais visivelmente o tratavam como criança. Muitos técnicos de enfermagem quando iam fazer qualquer procedimento com ele, comentavam entre si: “tadinho, ele é confuso, né?” Mas estava somente afásico, compreendendo absolutamente tudo o que ocorria ao seu redor. Meu pai conhece diversos idiomas. O conhecimento de todos eles estava preservado. Conhece muitos mapas. Comecei a levar para ele mapas no hospital e ele mantinha ABSOLUTAMENTE PRESERVADO todo o conhecimento geográfico dele. Fiz vários testes perguntando fatos históricos e ele respondia perfeitamente bem. Ou seja, confuso eram os profissionais que faziam afirmações exdruxulas sobre o caso. Quanto à fisioterapia, nos dois meses de hospital ele fez sessões diárias, que não davam muito retorno. No entanto, depois que voltou para casa, em apenas 4 sessões o fisioterapeuta recuperou a totalidade dos movimentos da perna direita dele e se livrou de uma vez por todas de usar fraldas geriátricas. Diversos foram os profissionais de fonoaudiologia que o avaliaram em casa antes de chegarmos ao Professor Simon Wajntraub. Contudo, nenhum deles trabalhava de fato para reabilitá-lo. Destacavam a profundidade da lesão, e afirmavam que dificilmente ele voltaria a exercer alguma atividade profissional. Outra profissional disse em tom irônico: “tenho minhas dúvidas”. Pois bem, quem inicia um tratamento partindo de um pressuposto derrotista jamais buscará a vitória, jamais trabalhará para recuperar de fato qualquer coisa que seja. Se um time entra em campo já pensando que o adversário é forte e que não tem chance, perde de goleada. Isso é líquido e certo. Ao iniciarmos o tratamento com o Fonoaudiólogo Simon, as melhoras foram surpreendentes. Claro que ainda há um longo caminho para percorrer, estamos no início do tratamento e ele ainda encontra-se afásico. Contudo, já nos primeiros atendimentos, a voz do meu pai já ficou muito próxima do que ela era antes do AVC. Mais do que isso, ele tem cantado músicas em vários idiomas que ele conhece sem olhar a letra, só lembrando de cabeça. A participação nas aulas de oratória do Prof. Simon Wajntraub tem sido muito proveitosa. Nessas aulas e nos atendimentos individuais ele é tratado como adulto e fala de assuntos do interesse dele. O Fonoaudiólogo Simon, num dos atendimentos presenciais em minha casa fez um exercício excelente: colocou um fone com música alta no ouvido de meu pai para que ao falar ele tivesse que aumentar o tom da voz. Junto com isso, deu um livro em inglês e pediu para que ele lesse em voz alta. Leu perfeitamente. Depois, aumentou o volume e pediu para que lesse em voz alta, traduzindo para o português. A tradução saiu perfeita. Tudo indica, que ele tem chances reais de se recuperar à medida que avance no tratamento. Para a desgraça das previsões pessimistas dos profetas do caos. Novidades no caso de Francis Albert. No início do mês de novembro de 2013 meu pai iniciou o tratamento para afasia com o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub. Não vou relatar aqui toda a história anterior ao início do tratamento, pois ela está toda relatada em outra postagem no site do Prof. Simon. Para fins do presente relato, basta lembrar que o AVC que o fez perder a fala foi em julho de 2013 e que diversos profissionais o condenaram a uma vida de dependência. Quatro meses após o AVC,

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