Simon Wajntraub,
Fonoaudiólogo e Professor de Oratória
A voz baixa, em 99% dos casos, é de origem emocional, onde a pesoa em geral sofre uma repressão muito grande, principalmente na infância. Os pais tendem a reprimir as crianças, sempre pedindo para que elas não falem: “Cale a boca!”, “Em conversa de adulto, criança não se mete!”, “Silêncio! Não faça barulho!”.
Tenho muitos clientes japoneses com voz baixa, devido à cultura japonesa, que privilegia a hierarquia familiar; é um tipo de crianção mais repressiva, sem muito diálogo.
Um exemplo oposto é a familia italiana, onde todos são soltos, comunicativos, e por vezes falam até alto demais.
As causas orgânicas, no caso de voz baixa, são mais ligadas a problemas auditivos, onde a pessoa, por ter uma baixa auditiva, não controla o volume de sua voz.
Na primeira consulta, faço um teste para detectar se a voz baixa é de origem emocional ou orgânica. Mascaro a audição da pessoa através de uma freqüência musical a tal ponto que a pessoa não ouve o que está falando e, no decorrer do teste, ela coloca todo seu potencial vocal para fora, porque perde o medo e a censura que se impõe. É como se tivéssemos que falar mais alto. Gravo a voz da pessoa durante o teste, e o paciente chega á conclusão de que existem duas pessoas dentro dele: uma reprimida e outra doida para explodir. É impressionante, pois no momento que abaixo o volume da frequência musical, instantaneamente a voz da pessoa baixa. No seu estado normal, ela não tem coragem de soltar a voz como faz durante o teste.
Baseado neste teste, detecto o novo tom de voz da pessoa, que ela usará daí para a frente. esta mudança toda ocorre na primeira aula, ficando as aulas de grupo para treinar a voz na emoção.
É muito comum a pessoa de voz baixa ser um pouco depressiva porque ela não consegue reagir quando é pressionada, seja na sua vida familiar, seja na profissional.
A pessoa de voz baixa é medrosa e insegura, principalmente quando encontra pessoas com uma energia muito forte que chegam a cobrar dela uma participação maior. Entretanto, por falta de potência vocal, ela prefere ficar calada.
Um exercício muito bom para aumentar o volume da voz é colocar o gravador no fundo da sala e começar a ler vários textos em voz alta. Grave sua voz antes de começar os exercícios para que possa acompanhar a melhora. É também importante tornar-se mais “brigão”, mais “entrão”, e expandir a sua energia vital.
Trato dos casos de vo9z baixa e voz alta através da colocação da voz e também de um sistema de retorno, onde a pessoa ouve a sua voz simultaneamente através do “headphone” no momento que fala ao microfone. Com isso, ela passa a ter um controle de como sua voz está saindo para quem ouve.
As pessoas têm mania de falar alto ao telefone. Com a evolução da tecnolgia, as comunicações através de telefone ficam cada vez mais nítidas, e com isso não há mais a necessidade de ficar berrando no fone como antigamente. o importante é dirigir o fone na direção da boca, o mais perto possível, para não perder a potência vocal. Um dos exercícios importantes para corrigir a voz alta é colocar o paciente na aula de oratória em grupo, instigando-o ao máximo e fazendo com que ele argumente sob muita pressão, controlando sua voz sempre que ele extrapolar. Frases de efeito nessa hora são: “Fala baixo!” “Meu ouvido não é penico!”
Outra técnica é combinar previamente com a platéia para que esta se retire quando o paciente estiver em altos brados. Com isso, ele com certeza “cairá na real” e terá que se controlar, caso contrário não terá ouvintes. Toda essa correção é facilitada porque o paciente leva para casa uma cópia da sua imagem em DVD participando do curso.
O Instituto de Oratória e Fonoaudiologia Simon Wajntraub é especializado no tratamento dos distúrbios da voz (voz rouca – disfonia, voz trêmula, falhando e presa, voz fina, voz grave, voz afeminada, voz baixa, voz alta, voz anasalada – fanhos, mudança de voz para transexuais, etc.), problemas da fala (atraso de linguagem da criança – afasia infantil –, baixa auditiva, má dicção, dislalia, fala acelerada e fala lenta, afasia – perda da fala –, gagueira, etc.) e dificuldades de comunicação (timidez e inibição, fobia social, oratória, dislexia, disgrafia, etc.).
O Fonoaudiólogo e Professor de Oratória Simon Wajntraub apresenta o melhor método para a correção dos distúrbios da voz e da fala e o melhor curso de oratória e argumentação sob pressão. Supere a timidez e a inibição e aprenda a falar bem em público!
O número de atendimentos para tratamento dos distúrbios da voz pode variar entre 60 e 200. Marque sua consulta!
As consultas podem ser marcadas por telefone ou por e-mail – não há a necessidade de se dirigir ao local de atendimento para marcá-las –, e podem ser realizadas, pessoalmente, nas cidades de São Paulo, Campinas ou Rio de Janeiro (em Copacabana ou na Barra da Tijuca), ou pela Internet. Todos os atendimentos devem ser marcados com antecedência.
Para maiores informações, acesse: Consultas e Curso de Oratória.
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