Pacientes abusados sexualmente buscam superar a timidez

Não se esconda e nem passe a sua vida de modo tímido. Superar a timidez pode ser fácil com a metodologia do curso de oratória e argumentação sob pressão Simon Wajntraub

Não se esconda e nem passe a sua vida de modo tímido. Superar a timidez pode ser fácil com a metodologia do curso de oratória e argumentação sob pressão Simon Wajntraub

Superar a timidez causada por pedofilia e/ou abuso sexual pode ser fácil se aliada a um método revolucionário de cura da timidez.

Este segredo eu guardava a sete chaves, mas já está na hora de soltar esta bomba: eu tenho certeza que irei causar mais uma polêmica com este tema. Vamos aos fatos, prometo que não vou entregar ninguém.
No link timidez, descrevo as coisas inacreditáveis que se passam no meu curso de oratória e argumentação sob pressão. E, a parte mais importante é quando cito que a sua vida vai sofrer uma catarse. No decorrer das aulas de oratória, é muito comum que as aulas se tornem uma espécie terapia de grupo, onde alguns participantes aproveitam o momento para extravasarem os seus sentimentos e traumas que os afligem nas suas vidas.

Recentemente, uma aluna que apresentava uma timidez crônica, carregava um trauma de infância: um parente próximo havia a assediado com apenas um toque na vagina e também da filha dele que era a sua prima. Na época, tanto a aluna como a sua prima estavam com nove anos de idade. Lembrei-me de um outro participante do curso de oratória, que aos dez anos passou por um caso parecido de pedofilia e assédio sexual. Uma história bem parecida, porém mais dramática. A sua idade, em 2010, era de 65 anos e ela estava com 43 anos. Chamei-o no palco e pedi para ele contar o drama que ele vivenciou dos seis aos dez anos, sendo assediado por um pedófilo, que era motorista da família, e o ameaçava de morte caso contasse a alguém. Virei-me para a aluna, que foi tocada pelo tio uma vez, e perguntei: você ainda tem algum problema? Ela comentou que não, e ficou perplexa de como o outro aluno não ficou tão afetado emocionalmente como ela.

Ele disse que o pior drama foi na puberdade, quando comentou o caso com o seu pai. Seu pai respondeu que é muito comum ocorrer estes fatos com a maioria das crianças, e ainda teve a cara de pau de dizer que também já tinha ocorrido com ele – lógico que ele manteve um equilíbrio psicológico no decorrer da sua vida,  porque  frequentou consultório de psicanalista. E, o que lhe restou, foi uma gagueira acentuada.

Ambos os casos buscaram o curso de oratória e argumentação sob pressão para superar a timidez e o resultado está sendo além do satisfatório.

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