O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub, sua vida, sua pesquisa,
seu método e a perseguição implacável do seus colegas de classe.

Simon, Angela e os 7 filhos do mesmo casamento, desde 1976.
HISTÓRIA
Como disse a minha professora do primário, iniciei minha pesquisa no campo da comunicação oral aos sete anos de idade, quando brincava de imitar as vozes dos professores. As imitações eram tão perfeitas que primeiro eles riam, para só depois me porem para fora de sala.
Sempre fui muito contestador, rebelde e anarquista. Desde criança, minha voz sempre teve uma tendência maior para os tons graves, e por volta dos treze anos de idade, já com a voz bem mais grave, comecei a imitar os locutores mais famosos da época, como Jorge da Silva (o Majestade), Ramos Galliella (que narrava os "trailers" dos filmes da Metro), Oliveira Neto (que gravava os comerciais da Bozano), Luiz Jatobá, Everton Corrêa (da Rádio Nacional, este com uma voz um pouco anasalada) e Cid Moreira, dentre outros. Até hoje, faço várias tonalidades vocais e já contabilizei umas sessenta, incluindo-se aí vários personagens da TV, como, por exemplo, os de Chico Anysio.
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Foi também aos treze anos que me iniciei na locução profissional e, como sempre fui cara-de-pau, gravava não só ao natural mas também imitando vozes de locutores famosos e cobrando, é lógico, muito menos do que eles cobrariam. Como não existem até hoje direitos autorais sobre a voz falada, minhas gravações eram válidas, sobretudo porque, por mais parecidas que sejam, não existem duas vozes exatamente iguais. A potência e a freqüência de duas vozes distintas podem ser muito semelhantes, mas nunca idênticas, daí as minhas imitações terem sido bem sucedidas. |
Sempre tive também uma capacidade muito grande para escrever textos e poemas, e com isso tornei-me publicitário, criando campanhas para outros produtos além dos que eu oferecia. Em 1976, quando surgiu a Rádio Cidade FM, do grupo Jornal do Brasil, fiz uma revolução radical, criando comerciais que deixavam uma brecha durante os mesmos para possíveis inserções das vozes dos locutores da rádio, o que dava a impressão de que eu estava falando ao vivo. Por exemplo, num determinado programa, o locutor da rádio dizia: "E agora, com vocês, o fonoaudiólogo Simon Wajntraub". Entrava a minha gravação e, no final, eu dizia "E agora, continua", ao que o locutor respondia automaticamente "Obrigado, prof. Simon, e vamos continuar..."
Chegou a haver um comercial do Cantinho Sonoro Estúdio, em que eu fazia a voz de um padre na abertura, dizendo "Irmãos, vamos orar para o seu som melhorar". Como o clima da Rádio Cidade era de total descontração, sempre que o comercial entrava no ar o locutor dizia : E agora, com vocês, o padre do Cantinho Sonoro".
Essa história é apenas uma de várias que estão no livro. Para maiores detalhes, é só consultá-lo.
As pessoas adoram me perguntar por que eu me interessei pela Fonoaudiologia. Como vocês estão vendo, meu interesse por essa área não é de hoje, e posso até afirmar que, desde que me entendo por gente, sempre fui fascinado por tudo o que se refere a assuntos de voz e fala. Lembro-me de que, aos onze anos de idade, minha mãe levou-me a uma professora de Impostação da Voz para eu desenvolver o interesse que tinha no assunto. Quando cheguei lá, essa professora, de cujo nome infelizmente não me lembro, ficou impressionada porque, ao me dar um texto para ler à primeira vista, sentiu que eu já impostava a voz naturalmente. Mais tarde, já com dezesseis anos, conheci uma professora de Impostação da Voz no Leblon que ensinava, além de leitura e de impostação, técnicas para a declamação de poemas. Entretanto, como a fonoaudiologia na época nem sequer existia com esse nome, portanto ainda não era uma ciência reconhecida oficialmente, os métodos eram bem arcaicos. Na verdade, toda essa minha pesquisa era para saber por que eu tinha essa capacidade de brincar com a voz, e participei de umas quatro aulas apenas.
Quando cursei o ginasial (atual período da 5ª à 8ª série do Ensino Fundamental), no Colégio Hebreu-Brasileiro, na Tijuca (RJ), a minha fama era de bagunceiro e cheguei a ser apelidado de "Bozano" por causa da imitação que fazia do locutor Oliveira Neto, de São Paulo, que narrava um comercial da Bozano, famoso na época. Além desse locutor, eu imitava os professores e era posto constantemente para fora de sala (coitados dos meus pais!).
Meu pai, na época, era construtor de prédios, e seu maior sonho era de que eu fosse engenheiro. Cheguei mesmo a fazer o vestibular para Engenharia, mais por "forçação de barra" do meu pai do que propriamente por gosto (aliás, essa história está contada em detalhes no livro), mas acabei não passando, é claro.
Quando eu tinha dezoito para dezenove anos, meu cunhado sofreu um sério acidente de automóvel que o deixou em estado de coma por quatro meses. Ao voltar do coma, sua fala encontrava-se totalmente embolada, e ninguém conseguia entender o que ele estava tentando dizer. Como tínhamos uma afinidade espiritual muito forte (inclusive, ele voltou do coma quando eu estava presente no quarto e segurei seu braço, sentindo uma vibração intensa que o fez acordar, contrariando as expectativas médicas, que afirmavam que o estado dele era irreversível), iniciei com ele a minha pesquisa na terapia da fala, tendo conseguido recuperá-lo em pouco tempo sem utilizar os recursos arcaicos que muitos fonoaudiólogos ainda insistem em utilizar hoje em dia (as famigeradas pedrinhas, rolhas, línguas-de-sogra, chupetas, vibradores, etc.) e me identificando profissionalmente com a Fonoaudiologia.
Volto a insistir no fato de que você não se deve deixar iludir por esses métodos arcaicos, que não levam absolutamente a nada e só fazem você perder seu tempo e seu dinheiro. Se você aceitar se submeter a uma técnica dessas às portas do século XXI, desculpe-me, mas estará fazendo um verdadeiro papel de palhaço.
Quando eu já atuava há uns quatro anos na profissão, surgiu a Faculdade de Fonoaudiologia, que, quando começou a funcionar, era apenas um curso livre que não tinha reconhecimento oficial do MEC. Resolvi entrar para a faculdade assim mesmo, com o principal objetivo de expandir meus conhecimentos sobretudo na área médica. A propósito, as cadeiras da área médica foram as únicas realmente excelentes no curso que fiz, pois a parte específica de Fonoaudiologia deixava muito a desejar – como deixam até hoje todas as faculdades, já oficializadas, desse ramo. Imaginem só: alguém ir para uma faculdade para aprender a como colocar rolhas, pedras e afins na boca, e também ficar fazendo exercícios de relaxamento e respiração que não apresentam nenhum resultado prático, conforme acabou de confirmar o renomado médico Dr. Paulo Pontes, que, além de otorrinolaringologista, é cirurgião de cabeça e pescoço. O Dr. Paulo Pontes, a propósito, é o médico paulista que operou as cordas vocais do apresentador e empresário Silvio Santos, e chegou a comentar comigo que a primeira providência que os fonoaudiólogos tomavam, ao montarem um consultório, era mandar instalar um divã para que o paciente pudesse fazer relaxamento. Como essa atitude não influencia em nada um tratamento de fala, Dr. Paulo Pontes vem tentando convencer os fonoaudiólogos paulistas a abandonarem essas "perfumarias" e partirem para a ação.
Voltando a falar especificamente da faculdade que cursei, tive lá uma série de problemas, principalmente com os professores das cadeiras específicas de Fonoaudiologia, porque eu contestava os métodos que eles utilizavam o tempo todo. Cursei os oito semestres da faculdade e cheguei a repetir o quarto semestre porque, nessa época, já estava em plena atividade profissional, inclusive com filiais em Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Goiânia e Salvador – além da matriz aqui no Rio, é claro -, o que me impedia de freqüentar as aulas todos os dias. Ao chegar ao final do sétimo semestre, começou uma pressão por parte da faculdade no sentido de que eu repetisse a cadeira de Otorrinolaringologia, a qual eu já havia cursado no segundo semestre, tendo sido aprovado (Os maiores detalhes sobre essa história, vocês vão encontrá-los no livro).

Ao ser regulamentada a profissão de fonoaudiólogo pelo então presidente João Batista Figueiredo, em 1983, surgiu em seguida o Conselho Federal de Fonoaudiologia. Segundo a lei que regulamentou a profissão, quem já a estava exercendo há mais de cinco anos teria reconhecimento e registro profissional automáticos. Sabendo disso, entrei com a papelada para adquirir os meus direitos, mas o Conselho, por pura inveja, tentou armar uma cilada para mim, rejeitando o meu processo sem qualquer motivo, não me comunicando coisa alguma sobre o fato e, ainda por cima, entrando com uma queixa-crime contra mim na Polícia Federal, alegando que eu estava exercendo a profissão ilegalmente! Ora, eu já estava trabalhando como fonoaudiólogo desde 1968, e tenho até hoje toda a documentação comprobatória do meu exercício profissional para quem quiser ver! Minha reação foi entrar com mandado de segurança na época, desmoralizando o Conselho Federal de Fonoaudiologia e mostrando publicamente toda a minha repulsa por certo tipo de seres humanos que, ao exercerem cargos que lhes dão um pouquinho mais de evidência e poder, resolvem se achar os todo-poderosos e passam por cima dos outros como verdadeiros tratores. Entretanto, essas pessoas se esquecem de que podem se engasgar com o próprio veneno – o que realmente aconteceu, já que o parecer do procurador da República, Dr. Fernando H. O. de Macedo, foi totalmente favorável a mim, o que desmascarou a má intenção dos membros do Conselho. Segundo as próprias palavras dele, "o grupo no momento politicamente dominante no Conselho Federal de Fonoaudiologia, por motivos de análise detida despicienda, quis excluir, e quer manter excluído, de seus quadros, um profissional comprovadamente competente (no aspecto científico do termo); mas que, política e profissionalmente, não lhe é simpático, além de lhe constituir (se regularizada a sua inscrição profissional), um fator concorrencial difícil de enfrentar num regime de sadia liberdade de mercado". Resultado do tititi: os mal-intencionados foram intimados a me dar o registro definitivo no Conselho Federal de Fonoaudiologia, e meu número é 3813.
Vocês estão pensando que a novela acabou aqui? Ainda não. Logo a seguir, surgiu o Conselho Regional de Fonoaudiologia no Rio de Janeiro, e este também começou a me perseguir implacavelmente, dando igualmente verdadeiros vexames em público, como foi o caso do edital que publicaram no Jornal do Brasil logo após uma entrevista que dei à Revista de Domingo, em que critiquei os métodos tradicionais aplicados pelos fonoaudiólogos.
Nessa matéria, a propósito, foram entrevistados vários profissionais da área, e o espaço dedicado a mim não passou de quatro linhas, apesar de eu ter falado bastante a respeito da ineficácia dessas terapias ultrapassadas. Na quarta-feira seguinte ao domingo da entrevista (ocorrida em 1986, em que os caras-de-pau do Conselho Regional de Fonoaudiologia, que além de serem caras-de-pau estavam muito mal-informados), disseram no JB que eu não estava autorizado a emitir opiniões porque não era registrado no Conselho Federal de Fonoaudiologia! No dia seguinte, coloquei um anúncio enorme no mesmo jornal, com a foto da minha carteira do Conselho Federal, obrigando-os a desmentir o edital do dia anterior num prazo máximo de 24 horas, pois, segundo me foi informado, não havia espaço no jornal para outra matéria daquele tamanho... Pura mentira! O JB não confirmou essa alegação, e o que pude constatar foi que o Conselho Regional de Fonoaudiologia não dispunha de dinheiro para pôr um segundo anúncio, jogando assim o dinheiro dos fonoaudiólogos associados no lixo.
No dia que a retratação foi publicada (a segunda-feira seguinte), onde eles pediam publicamente desculpas pela informação irresponsável que haviam publicado na semana anterior, ainda tiveram a ousadia de mencionar, no pé da matéria, que eu tinha que aprender "a ética da classe"... Quem são eles para falarem em ética, sobretudo porque publicaram uma informação caluniosa sem terem sequer pesquisado antes sobre a sua veracidade?
O meu livro fala com detalhes sobre todas essas perseguições sem qualquer motivo, e é impressionante como os fonoaudiólogos mais tradicionalistas ainda insistem em tentar disseminar uma imagem negativa que se criou a meu respeito por causa dessas calúnias, alguns deles chegando até a dizer que eu dou choque na língua dos pacientes e outras atrocidades que, de tão absurdas, chegam a ser ridículas. Se fosse realmente verdade tudo o que essa gente inventa a meu respeito até hoje, eu já teria sido processado criminalmente!
Algumas pessoas mais inteligentes, quando ouvem alguém fazer comentários negativos a meu respeito, perguntam a esse alguém se ele(a) está dizendo isso tudo com pleno conhecimento de causa, e a resposta é sempre a mesma: "Não, mas eu ouvi falar". Quanto às pessoas que já tiveram contato com meu curso, percebem que tudo que ouviram não passa de invencionice, e ficam todos encantados com os resultados rápidos que alcançam. Até os fonoaudiólogos mais jovens que visitam meu curso, além de ficarem abismados e igualmente encantados com o que vêem, ficam ao mesmo tempo revoltados com o ranço do ensino que encontram (ou encontraram) na faculdade.
Recentemente, recebi o telefonema de uma mãe preocupada em encontrar uma chupeta ortodôntica para seu filho, pois a fonoaudióloga que o estava atendendo pediu que ela a comprasse e ela não estava achando o tal modelo de chupeta. Quando perguntei à mãe do garoto qual era o problema e qual a idade do garoto, ela respondeu que ele tinha treze anos e pronunciava os fonemas /s/ e /z/ lateralmente – o chamado sigmatismo lateral, que faz o som sair como se fosse um /x/. Além de pronunciar os fonemas dessa forma, o garoto entortava a arcada inferior para pronunciá-los. Comentei imediatamente com a mãe do menino que ele estaria fazendo papel de palhaço se ele, com treze anos, pusesse uma chupeta na boca. Agora vem algo mais chocante ainda: a mãe acrescentou que, além de estar a ponto de pôr uma chupeta ortodôntica na boca, seu filho já estava usando uma língua-de-sogra no nariz, alternando as narinas para treinar respiração desnecessariamente! Convidei-a a trazer o filho para fazer o tratamento comigo e, ao manter o primeiro contato, percebi que ele, que se chamava Pablo, também apresentava voz fina. Em apenas dois minutos, corrigi o problema do sigmatismo lateral de Pablo e levei mais dois minutos apenas para corrigir-lhe a voz. Tudo foi devidamente documentado em vídeo, e a mãe do menino presenciou sua cura, ficando perplexa e emocionada com os resultados que viu e ouviu. Ela chegou a fazer um comentário até engraçado depois, dizendo que iria a todos os programas de televisão, inclusive o do "Ratinho", para denunciar a incompetência da maioria dos fonoaudiólogos, que ficam "enrolando" seus pacientes com terapias ultrapassadas e comprovadamente ineficazes, o que faz com que 80% dos pacientes abandonem a terapia e 90% dos fonoaudiólogos mais jovens abandonem o exercício da profissão por total falta de estímulo, devido principalmente aos resultados negativos que dão a sensação de se estar dando murro em ponta de faca.
No ano de 1999, tinha um quadro fixo no programa ´´Na boca do povo`` apresentado por Wagner Montes na rede CNT, (canal 22 da net e 9 da TV aberta no Rio de Janeiro) das 13 às 14h., onde apresentava alguns casos com a finalidade dos fonoaudiólogos que cursavam as faculdades aprendessem novas teorias revolucionarias, procurando contestar as teorias ultrapassadas que são impostas nos currículos das faculdades. O resultado é que fui bastante procurado sobretudo pelos fonoaudiólogos mais jovens e pelos estudantes que queriam evoluir na profissão e construir uma melhor reputação na sociedade com relação aos métodos utilizados.
No início do ano de 1997, eu estava na faculdade de fonoaudiologia do IBMR, acompanhando as notas de um dos meus filhos, e levei uma fita de novos casos para mostrar ao diretor e proprietário da faculdade, Dr. Hermínio. Ele ficou tão impressionado com que viu que me convidou a dar uma palestra para turma do sétimo período. Fiquei perplexo com o convite porque ele tinha conhecimento que eu era um contestador voraz dos métodos tradicionais transmitidos nas faculdades de fonoaudiologia, para piorar a situação a diretora da parte de ensino da faculdade estava presente na minha palestra e ela havia sido um dos membros do conselho regional de fonoaudiologia do Rio de Janeiro, na época que sofri a perseguição implacável de que já falei. Mostrei em seguida a fita de casos aos alunos e as reações à mesma foram emocionadas, pois ali estavam casos concretos de cura. A turma chegou a pedir ao Dr. Hermínio que me contratasse para dar um curso extracurricular, mas acho que a pressão dos bastidores deve ter sido muito grande, pois o curso na época não aconteceu.
No dia 4 de maio de 2004, fui convidado oficialmente para ministrar uma nova palestra na faculdade de fonoaudiologia, inclusive a turma da minha filha Elka. Como citei anteriormente esta nova geração de professores e alunos já estão com a mente mais aberta, sedentos assimilar novas técnicas.
No início do evento o Dr. Hermínio relembrou uma passagem muito bonita das nossas vidas. Quando eu estava iniciando em 1968 na profissão, ministrando aulas na casa dos meus pais, na Rua Paula Freitas 88/ 6º andar, desencadeou uma dor constante na minha coluna, contratei um massagista para sanar este problema, eis que aparece um rapaz simples, mas com muita competência, o Hermínio, este fato esta relatado no meu livro e agora ele é uma testemunha da minha ascensão profissional. Após esta abertura realizei uma palestra com duas horas de duração, onde apresentei vários casos em vídeo, o antes e o depois, e consegui mostrar que o meu método é muito abrangente no que tange a todos os problemas da voz, da fala e da oratória ligada a inibição. No final fui aplaudido, no outro dia minha filha comentou que os alunos gostariam de se aprofundar mais na técnica, principalmente nos ex1ercícios que eu desenvolvi.
Uma notícia boa é que acabo de lançar um DVD, na qual dou uma orientação técnica de como corrigir as deficiências da voz, da fala e da oratória.
A faculdade IBMR é uma das mais conceituadas na área de fonoaudiologia, os meus filhos freqüentam ou já freqüentaram a mesma, realmente é uma formação com muito embasamento cientifico, inclusive a caçula esta cursando psicologia no IBMR.
O SENADOR EDISON LOBÃO PERDEU A VOZ
No ano de 2002 ministrei um curso compacto de oratória e impostação da voz no Maranhão, na cidade de São Luis.
Compareceram uma média de quarenta alunos, sendo na maioria políticos, executivos, profissionais liberais, estudantes e empresários. No final do curso o Senador Edison Lobão proferiu uma palestra sobre o tema de como o político deve lidar a com a pressão da mídia.
Fiquei perplexo porque em plena campanha política o Senador estava completamente afônico, comentei com o mesmo que poderíamos comparecer em São Paulo na Clínica do otorrinolaringologista Dr. Paulo Pontes, onde ele faria uma filmagem das cordas vocais, introduzindo a câmera pelo nariz e eu interferindo com exercícios vocais para recuperar o movimento das cordas vocais que estavam flácidas, inclusive o Senador comentou que já havia realizado uma cirurgia com o Dr. Paulo Pontes, utilizando a pele do couro cabeludo, mas o organismo absorveu.
Esta técnica são tentativas para aproximar as cordas vocais. O Dr. Paulo Pontes recomendou um cirurgião norte americano, Dr. Kaufman, que inseriu na laringe, prótese de silicone forçando a aproximação das cordas vocais, mas o Dr. Kaufman orientou que o Senador realizasse fonoaudiologia no Brasil, para que o mecanismo fosse complementado através de exercícios.
O Senador Edison Lobão fez várias tentativas, mas ficou frustrado devido às técnicas arcaicas utilizadas, sendo uma delas, massagem nas costas, além das rolhas, canudos etc...Quando comentei sobre esta técnica científica de interferir no exame do otorrino, ele ficou empolgado e ligou para o Dr. Paulo Pontes, indagando sobre o meu sistema de trabalho, e o médico fez o seguinte comentário: - No Brasil, só o Simon Wajntraub irá resolver o seu problema da voz.
Imediatamente o Senador interceptou-me no aeroporto de Brasília, pois estava retornando do Maranhão para o Rio de Janeiro, e convidou-me para retornar ao Maranhão no próximo fim de semana, com a finalidade de realizar o tratamento através da minha técnica. Exigi caixas de som, microfone e equipamento de vídeo, tudo que os fonoaudiólogos tradicionais não utilizam.
Como a família do Senador possui uma emissora de TV, que transmite a programação do SBT, os equipamentos selecionados foram de última geração, principalmente a câmera de vídeo digital.
No domingo à tarde, iniciei o tratamento, implantando a minha técnica, onde através de muita pressão, fiz o Senador Edison Lobão sair do sério, e bater boca comigo, a voz dele no final de vinte minutos estava praticamente normal. Ele liga para o filho, que é o diretor da emissora e simula um esporro,deixando o filho perplexo, o mesmo faz o seguinte comentário: “- Pai, você está com a voz de vinte anos atrás”, após ele comenta que é um milagre, vou ao telefone e digo que é apenas uma técnica. Após combino com o senador para ele reclamar em altos brandos que o café esta demorando e todos ficam assustados com a força da sua voz.
No dia seguinte, na segunda-feira, na parte da manhã, fizemos mais exercícios vocais e após o almoço, o Senador Edison Lobão ficou afônico, a sorte é que eu estava presente e pude acompanhar este fato, indaguei se ele era alérgico a algum alimento, ele comentou que era alérgico ao camarão, mas ele havia comido apenas dois minúsculos camarões. Ai eu fiz o seguinte comentário: - Quem é alérgico, não pode comer uma mínima quantidade, porque pode ocorrer um Edema de Glote e a coisa se agravar, às vezes levando até a morte.
Na parte da tarde, eu recuperei a sua voz, retornei para o Rio de Janeiro e ficamos nos comunicando através do telefone. No fim de semana posterior, o Senador Edison Lobão fez o seguinte comentário: “- Fiz trinta discursos e não perdi mais a voz”. Ai eu retruquei, tem rouco no fundo da sua voz, você deve ter comido crustáceos, e ele confirmou que havia se alimentado de caranguejos, ai eu fui taxativo. Não pode mais comer crustáceos, você é alérgico!
Após algum tempo, nos dirigimos para o consultório do Dr. Paulo Pontes em São Paulo com a finalidade de confirmar o êxito do meu método, ao entrarmos no seu consultório, simulamos mais uma vez um bate-boca para exercitar a voz, um xingando o outro e o Dr. Paulo Pontes ficou assustado. Ai comentamos que fazia parte da técnica. Após o exame das cordas vocais, o Dr. Paulo Pontes fez o seguinte comentário: - Tem que tirar o chapéu para você, porque as cordas vocais do Senador Edison Lobão estão movimentando-se perfeitamente.
Um acontecimento pitoresco que ocorreu ao chegamos na clínica do Dr. Paulo Pontes, foi que eu havia publicado um anúncio na revista Veja, comentando que tinha alcançado mais de cinqüenta mil acessos no meu site e no final do texto, inseri o seguinte tema:
- Pesquisa dos problemas orgânicos da voz com o Dr. Paulo Pontes em São Paulo e com o Dr. Marcos Sarvat no Rio de Janeiro. O Dr. Paulo Pontes comentou que recebeu várias ligações de fonoaudiólogos indagando se era verdadeira esta minha afirmação e uma das ligações era daquela fonoaudióloga que tentou desfazer do meu método no Programa do Jô e acabou passando um tremendo vexame, além do Dr. Paulo Pontes confirmar que estávamos pesquisando, comentou que o paciente Senador Edson Lobão foi curado em vinte minutos através do meu método, pois o mesmo já havia tentado corrigir a sua deficiência na voz com esta profissional, sem êxito.
Vou falar agora de alguns fatos que valorizam o meu "curriculum vitae", como, por exemplo, as palestras e entrevistas que já dei em jornais, revistas, estações de rádio e televisão. Em abril de 1976, mais especificamente, dei uma entrevista na Rádio Globo, no programa de Haroldo de Andrade, abordando o tema da voz fina e ilustrando-o através de fitas de áudio. Devido à repercussão que o programa teve, a TV GLOBO convidou-me a participar do "FANTÁSTICO" no mesmo ano, e nesse programa apresentei no ar casos de cura impressionantes, com igual repercussão, atingindo posteriormente até outros estados e países, como Israel. Um jovem israelense de nome RONI veio ao Brasil tratar-se comigo, pois tinha uma voz bem fina e já havia passado por centros de Fonoaudiologia no mundo inteiro, sem sucesso. RONI chegou a trazer, inclusive, laudos médicos de vários otorrinos dizendo que a sua voz era fina assim mesmo e não mudaria nunca, o que o deixou desanimado. Entretanto, sua tia, que morava em Belo Horizonte, insistiu em que ele viesse ao Brasil para me procurar.
Como RONI não falava uma só palavra de Português, tive que me virar nas aulas arrastando meu Hebraico e meu Inglês. Ele chegou a fazer um comentário até preconceituoso, dizendo que, se em Israel, nos Estados Unidos e na Europa ele não tinha conseguido cura, não seria "um brasileirinho" que iria fazer milagre...
Pois é... Nos dez primeiros minutos, sua voz já estava bastante diferente e, dois dias depois, RONI já havia fixado definitivamente o seu novo tom vocal, adquirindo, com isso, uma nova personalidade e uma nova vida.
O resultado positivo da terapia de RONI refletiu na sua vida profissional: ao voltar para Israel, ele deixou o Exército, onde consertava aviões MIRAGE, e passou a trabalhar com vendas de livros, o que era seu verdadeiro sonho.
RONI não foi o único paciente estrangeiro que tive. Já tive vários pacientes dos Estados Unidos, da Alemanha, da França, do Japão e da grande maioria dos países da América Latina. Vários estrangeiros que já falam Português me procuraram também para tentarem perder o sotaque carregado. Até aí, tudo bem; mas algo estranho que tenho percebido é que brasileiros de outros estados andam me procurando para neutralizarem seus sotaques! Isso é um procedimento que, no meu entender, tira a individualidade e a personalidade da pessoa, mas algumas emissoras de televisão e de rádio reprovam os candidatos a locutor e repórter que tenham, por exemplo, um sotaque nordestino ou sulista bastante acentuado! É uma pena que estejam acabando com os regionalismos no Brasil!
Implantei a cadeira de Oratória no Exército, mais precisamente no Forte Duque de Caxias, no Leme, e lá ministrei cursos durante quatro anos.
No momento atual, meus cursos são ministrados no Rio de Janeiro e São Paulo, os horários estão no item Endereços e Horários.
Já cheguei a ter seis filiais no país, como citei anteriormente, mas tive que fechá-las por não conseguir mão-de-obra local para administrá-las. Entretanto, tenho recebido pacientes de todas as localidades do Brasil, que vêm fazer cursos compactos ou completos para resolverem de vez seus problemas de fala e de inibição. Posso ministrar, igualmente, cursos compactos em qualquer localidade do país mediante acordo prévio.
A coisa mais bonita que me aconteceu, em termos profissionais, foi o resultado de um curso que ministrei para o locutor Cláudio Lessa, que trabalhou no Jornal da CBS, no SBT. Nesse telejornal, Cláudio exibia um vozeirão invejável e uma dicção perfeita – e dizer que esse excelente locutor veio me procurar em 1975 para melhorar sua voz, porque havia sido reprovado no teste da TV GLOBO! Entretanto, como o pai de Cláudio, já falecido, tinha sido um locutor famoso, a GLOBO resolveu chamá-lo para um novo teste, e ele , após ter freqüentado meu curso, foi aprovado com louvor.
A propósito: prometo que não vou entregar mais ninguém que tenha feito meu curso – e este é meu grande trauma, porque todos pedem sigilo absoluto, o boca-a-boca não surte efeito e eu tenho que acabar gastando altas verbas em publicidade.
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Na minha vida pessoal, tenho uma história muito bonita: sou pai de sete filhos (quatro homens e três mulheres) com a mesma esposa. O mais velho nasceu em 1977, e a caçula, em 1985. Pode parecer incrível, sobretudo nos dias de hoje, mas eu e minha esposa tivemos sete filhos num espaço de oito anos! Nomes dos meus filhos pela ordem de nascimento: Bruno, Breno, Igor, Laila, Elka, Enzo e Shana. |
O Igor, Breno e o Dj Enzo trabalham numa empresa própria de som e eventos (leia o link Wjn). A Laila e Elka são fonoaudiólogas e trabalham comigo no Rio de Janeiro (Copacabana e Barra - 2236-5223 e em São Paulo - 4063-4735 / 4063-6460 / 7711-8528) como minhas assistentes. Para maiores informações, consulte a página de Endereços e Horários.
A caçula Shana estuda psicologia. O Bruno é empresário e dirige a Baw Som, instalações e locações de equipamento de som e vídeo, o Breno e sua esposa Barbara possuem uma Casa de Festas (Casa de Festas Elite), Breno também é tecladista da banda Parabrisas.Igor cursou Comunicação e Breno Economia. Essa história bonita de amor e seus frutos está igualmente descrita com detalhes no meu livro.
Consta do meu currículo, igualmente, a minha expulsão de casa quando eu tinha cerca de vinte e dois anos de idade, já que meu pai não se conformava de jeito nenhum com a profissão que eu tinha resolvido abraçar. Para maiores informações, leiam o livro.
Na minha HOME PAGE, descrevo todo o método que criei para a correção de cada problema na voz e na fala e desenvolver a Oratória ligada à inibição e à argumentação sob pressão. Na abertura da HOME PAGE, existe um "link" para cada item.
Entrevista de Simon Wajntraub no Programa do Jô
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No dia 17 de abril de 2001, fui convidado para apresentar o meu sistema de trabalho no Programa do Jô Soares, apresentei três casos de voz fina durante o programa e convidei pessoas da platéia para que eu implantasse o método, corrigindo alguma deficiência da voz ou da fala. |
Foi escolhido o Fabinho, que pertencia a produção do programa, pois o mesmo apresentava uma voz infantil, muito fina. Através de exercícios vocais alterei o seu tom vocal, buscando os graves e médios. Ao vivo, levei um paciente, o Marcio Araújo, cujo pai foi professor de trompete do Jô Soares, o mesmo apresentava uma gagueira acentuada quatro meses anterior ao programa. E na sua apresentação durante a gravação do Jô, Marcio estava falando normalmente. Outro caso foi do Felipe que era extremamente gago, em três meses ocorreu um progresso assustador e o último a ser apresentado foi um Promotor de Justiça que na época do concurso possuía uma voz muito fina, chegando ao ponto das pessoas confundirem no telefone com o sexo oposto, chamando-o constantemente de senhora.
O Jô para tornar o programa mais light, inseriu o David Brasil que não quer ficar bom da gagueira por que ele se promove com este personagem que é real.
Um fato interessante é que eu levei a esposa e os sete filhos, e no início do programa, o Jô estava com um papel na mão onde havia um comentário sobre uma apresentação do Sexteto, ai ele pede para o meu filho mais velho segurar o papel e guardar de lembrança, porque ele não tinha aonde jogar fora, mas ao mesmo tempo seria bom para ele comentar que esteve no programa do Jô, neste momento, interferi comentando que na platéia, estavam os sete filhos e a esposa, e esse era o filho mais velho. O Jô como um bom gozador, indagou se os sete filhos eram gagos, após este momento, ele convidou-me para sentar ao seu lado.
A entrevista durou em torno de 45 minutos, para variar contestei os métodos tradicionais da fonoaudiologia que insistem em utilizar rolhas, chupetas, língua-de-sogra, etc. Inclusive incentivei o Marcio Araújo a comentar as tentativas frustrantes e ele só teve coragem de falar durante o programa, sobre as rolhas, bolas ou bexigas que utilizava sem resultados práticos, porque tem um fato pitoresco que o Marcio freqüentava uma clínica que era ligada a Faculdade Federal de Fonoaudiologia, onde ele dançava com as fonoaudiólogas para curar a gagueira.
O programa do Jô teve uma repercussão tanto no Brasil como no exterior, que além de reabrir a filial de São Paulo, contratei uma empresa para aformatar uma franquia do meu método .
Neste momento, maio de 2004, já ultrapassou os cem mil acessos no meu site.
Após trinta dias da minha apresentação no programa do Jô, a produção do mesmo recebeu uma enxurrada de fax e e-mails de fonoaudiólogos pedindo um direito de resposta por eu ter acusado a classe de utilizar estes recursos ultrapassados.
A cena a seguir é muito engraçada. A Presidente do Conselho de Fonoaudiologia na época, fica sentada no auditório, convida uma fonoaudióloga para representa-la, o Jô indaga porque a Presidente não iria falar e comenta:
- Fonoaudióloga que não fala?
Ai ela alega que a fonoaudióloga representaria ela muito bem.
Durante a entrevista, Jô Soares arrasa com a tal fonoaudióloga, me defende o tempo todo, elogiando o resultado do meu trabalho e comentando que a medicina e a ciência em geral, só avançam com pessoas ousadas, no início pode causar um choque porque estão destruindo conceitos já impostos, mas com o decorrer do tempo, conseguem
provar a eficiência de novos métodos, como o Jô leu o meu livro, se armou com as armas que faziam parte dos métodos tradicionais. Indagou a fonoaudióloga:
- Você utiliza rolha?
A mesma prontamente confirmou que era um dos seus instrumentos de trabalho, o Jô pediu ao garçom, pasmem!! Que levasse a rolha na bandeja para ambos exercitarem. O Jô inseriu a olha na boca e a fonoaudióloga também, ela pediu para que ele contasse de 1 a 10 e após indagou se a sua articulação havia melhorado, ele disse que não, ai ela muito enfezada, pede ao Jô para contar até vinte e indaga mais uma vez.
-Não melhorou a sua articulação?
O Jô morrendo de pena diz que melhorou, ai ela comenta que os locutores de radio utilizam a caneta entre os dentes e o Jô faz uma brincadeira com o seguinte comentário:
- Então as pessoas devem andar com uma rolha no bolso para toda vez que for falar, pedir licença e colocar a rolha na boca e contar até vinte, a platéia veio abaixo dando gargalhadas, esta fonoaudióloga apresentou alguns gráficos sem nexo, no telão, sobre a emissão da voz e após o Jô abre a gaveta e tira uma chupeta e uma língua-de-sogra pedindo explicações, ela fica com a cara amarrada e confirma que estes objetos são utilizados, no final o Jõ insere a chupeta na boca e ela tenta explicar como utilizam este recurso ultrapassado e quando o Jô utiliza a língua-de-sogra pedindo explicações, ela comenta que este recurso é muito pouco utilizado.
Eu possuo mais de quinhentas gravações de pacientes que tentaram outras terapias e comentam que tiveram que utilizar a língua-de-sogra, inclusive na sua maioria adultos.
Após este programa, fiquei uma semana dormindo muito pouco de tanta emoção. Imaginem, o Jô me defendendo em cadeia nacional e internacional.
Uma passagem engraçada no decorrer da minha entrevista no Jô, é que ele pede em alguns momentos que eu deixe ele falar porque eu estava atropelando com a minha comunicação, ai ele pede para que eu deixe ele completar pelo menos uma frase, ai num tom cordial e descontraído, comento que eu estava aparecendo para todo o Brasil, mas só que a força da TV Globo é mundial, recebi telefonemas do Japão, Estados Unidos, vários países da Europa.
Para finalizar esta passagem do Jô, a produção do programa escolheu a minha apresentação para reprisar nas férias, e por incrível que pareça, o meu quadro foi o primeiro a ser reprisado no dia do Natal de 2001, 25 de dezembro a noite, com isso, eles não deram a mínima para os fonoaudiólogos, que ficaram incomodados com a minha matéria.
As pessoas ficam muito curiosas para saberem como é realizado nos bastidores o programa do Jô.
Inicialmente eles selecionam os entrevistados e após realizam uma pré-entrevista pelo telefone com a finalidade de realizar uma avaliação da produção do programa. Caso haja interesse, eles marcam o dia da gravação do programa, o mais interessante é que o Jô Soares participa de todas as etapas do programa. Inclusive na véspera da minha apresentação, o Jô aconselhou a inserir os casos que eu apresentaria no decorrer do programa. Na terça feira a tarde realizei a gravação e neste mesmo dia foi apresentado o meu quadro.
É emocionante quando você alcança patamares elevados, partindo de um sonho vocacional, sem o apoio tanto cientifico como psicológico, mas com uma força interior e com uma programação espiritual divina, estimulando continuamente o seu eu, com a seguinte frase: ``Vai em frente que você esta no caminho correto!``
Como sempre faço quando finalizo meus comerciais, aí vão os votos de BOAS FALAS PARA TODOS.
NOTÍCIA URGENTE
No programa da radio IMPRENSA FM (102,1) no Rio de Janeiro dia 14/07/1999 o FONOAUDIÓLOGO SIMON WAJNTRAUB apresentou o seu método e fez severas críticas aos métodos tradicionais, após a sua apresentação a presidenta do conselho regional de fonoaudiologia exigiu direito de resposta no mesmo horário.
No dia 16/07/1999 tal fato ocorreu, PASMEM!!! A presidenta do conselho de fonoaudiologia confirmou que este método da rolha da língua de sogra e etc. é cientificamente comprovado. Maiores detalhes consulte o link impostação da voz.
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