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Simon Wajntraub

Simon Wajntraub e sua infância.

Simon e Angela, no dia das mães de 2014, com os 7 filhos, genros, noras e netas.

Simon e Angela Wajntraub

comemorando 38 anos de casados, num love,

no cruzeiro de carnaval Costa Pacífica – 2015.

Simon e Angela no cruzeiro Costa Favolosa – Carnaval 2014.

Simon e Angela nos cruzeiros de natal 2013 e réveillon de 2014 do MSC orchestra.

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O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub, sua vida, sua pesquisa, seu método e a perseguição implacável do seus colegas de classe.

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Simon com 1 ano de idade.

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Simon com 13 anos de idade (Bar Mitzvah).

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Simon Wajntraub e sua esposa, Angela, em Cruzeiro de Navio – 2013

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Simon Wajntraub e sua esposa, Angela (exibindo o New Look), em Cruzeiro de Navio – Março de 2011

História

Como disse a minha professora do primário, iniciei minha pesquisa no campo da comunicação oral aos sete anos de idade, quando brincava de imitar as vozes dos professores. As imitações eram tão perfeitas que primeiro eles riam, para só depois me porem para fora de sala.

Sempre fui muito contestador, rebelde e anarquista. Desde criança, minha voz sempre teve uma tendência maior para os tons graves, e por volta dos treze anos de idade, já com a voz bem mais grave, comecei a imitar os locutores mais famosos da época, como Jorge da Silva (o Majestade), Ramos Galliella (que narrava os “trailers” dos filmes da Metro), Oliveira Neto (que gravava os comerciais da Bozano), Luiz Jatobá, Everton Corrêa (da Rádio Nacional, este com uma voz um pouco anasalada) e Cid Moreira, dentre outros. Até hoje, faço várias tonalidades vocais e já contabilizei umas sessenta, incluindo-se aí vários personagens da TV, como, por exemplo, os de Chico Anysio.

Foi também aos treze anos que me iniciei na locução profissional e, como sempre fui cara-de-pau, gravava não só ao natural mas também imitando vozes de locutores famosos e cobrando, é lógico, muito menos do que eles cobrariam. Como não existem até hoje direitos autorais sobre a voz falada, minhas gravações eram válidas, sobretudo porque, por mais parecidas que sejam, não existem duas vozes exatamente iguais. A potência e a freqüência de duas vozes distintas podem ser muito semelhantes, mas nunca idênticas, daí as minhas imitações terem sido bem sucedidas.

Sempre tive também uma capacidade muito grande para escrever textos e poemas, e com isso tornei-me publicitário, criando campanhas para outros produtos além dos que eu oferecia. Em 1976, quando surgiu a Rádio Cidade FM, do grupo Jornal do Brasil, fiz uma revolução radical, criando comerciais que deixavam uma brecha durante os mesmos para possíveis inserções das vozes dos locutores da rádio, o que dava a impressão de que eu estava falando ao vivo. Por exemplo, num determinado programa, o locutor da rádio dizia: “E agora, com vocês, o fonoaudiólogo Simon Wajntraub”. Entrava a minha gravação e, no final, eu dizia “E agora, continua”, ao que o locutor respondia automaticamente “Obrigado, prof. Simon, e vamos continuar…”

Chegou a haver um comercial do Cantinho Sonoro Estúdio, em que eu fazia a voz de um padre na abertura, dizendo “Irmãos, vamos orar para o seu som melhorar”. Como o clima da Rádio Cidade era de total descontração, sempre que o comercial entrava no ar o locutor dizia : E agora, com vocês, o padre do Cantinho Sonoro”.

Essa história é apenas uma de várias que estão no livro. Para maiores detalhes, é só consultá-lo.

As pessoas adoram me perguntar por que eu me interessei pela Fonoaudiologia. Como vocês estão vendo, meu interesse por essa área não é de hoje, e posso até afirmar que, desde que me entendo por gente, sempre fui fascinado por tudo o que se refere a assuntos de voz e fala. Lembro-me de que, aos onze anos de idade, minha mãe levou-me a uma professora de Impostação da Voz para eu desenvolver o interesse que tinha no assunto. Quando cheguei lá, essa professora, de cujo nome infelizmente não me lembro, ficou impressionada porque, ao me dar um texto para ler à primeira vista, sentiu que eu já impostava a voz naturalmente. Mais tarde, já com dezesseis anos, conheci uma professora de Impostação da Voz no Leblon que ensinava, além de leitura e de impostação, técnicas para a declamação de poemas. Entretanto, como a fonoaudiologia na época nem sequer existia com esse nome, portanto ainda não era uma ciência reconhecida oficialmente, os métodos eram bem arcaicos. Na verdade, toda essa minha pesquisa era para saber por que eu tinha essa capacidade de brincar com a voz, e participei de umas quatro aulas apenas.

Quando cursei o ginasial (atual período da 5ª à 8ª série do Ensino Fundamental), no Colégio Hebreu-Brasileiro, na Tijuca (RJ), a minha fama era de bagunceiro e cheguei a ser apelidado de “Bozano” por causa da imitação que fazia do locutor Oliveira Neto, de São Paulo, que narrava um comercial da Bozano, famoso na época. Além desse locutor, eu imitava os professores e era posto constantemente para fora de sala (coitados dos meus pais!).

Meu pai, na época, era construtor de prédios, e seu maior sonho era de que eu fosse engenheiro. Cheguei mesmo a fazer o vestibular para Engenharia, mais por “forçação de barra” do meu pai do que propriamente por gosto (aliás, essa história está contada em detalhes no livro), mas acabei não passando, é claro.

Quando eu tinha dezoito para dezenove anos, meu cunhado sofreu um sério acidente de automóvel que o deixou em estado de coma por quatro meses. Ao voltar do coma, sua fala encontrava-se totalmente embolada, e ninguém conseguia entender o que ele estava tentando dizer. Como tínhamos uma afinidade espiritual muito forte (inclusive, ele voltou do coma quando eu estava presente no quarto e segurei seu braço, sentindo uma vibração intensa que o fez acordar, contrariando as expectativas médicas, que afirmavam que o estado dele era irreversível), iniciei com ele a minha pesquisa na terapia da fala, tendo conseguido recuperá-lo em pouco tempo sem utilizar os recursos arcaicos que muitos fonoaudiólogos ainda insistem em utilizar hoje em dia (as famigeradas pedrinhas, rolhas, línguas-de-sogra, chupetas, vibradores, etc.) e me identificando profissionalmente com a Fonoaudiologia.

Volto a insistir no fato de que você não se deve deixar iludir por esses métodos arcaicos, que não levam absolutamente a nada e só fazem você perder seu tempo e seu dinheiro. Se você aceitar se submeter a uma técnica dessas às portas do século XXI, desculpe-me, mas estará fazendo um verdadeiro papel de palhaço.

Quando eu já atuava há uns quatro anos na profissão, surgiu a Faculdade de Fonoaudiologia, que, quando começou a funcionar, era apenas um curso livre que não tinha reconhecimento oficial do MEC. Resolvi entrar para a faculdade assim mesmo, com o principal objetivo de expandir meus conhecimentos sobretudo na área médica. A propósito, as cadeiras da área médica foram as únicas realmente excelentes no curso que fiz, pois a parte específica de Fonoaudiologia deixava muito a desejar – como deixam até hoje todas as faculdades, já oficializadas, desse ramo. Imaginem só: alguém ir para uma faculdade para aprender a como colocar rolhas, pedras e afins na boca, e também ficar fazendo exercícios de relaxamento e respiração que não apresentam nenhum resultado prático, conforme acabou de confirmar o renomado médico Dr. Paulo Pontes, que, além de otorrinolaringologista, é cirurgião de cabeça e pescoço. O Dr. Paulo Pontes, a propósito, é o médico paulista que operou as cordas vocais do apresentador e empresário Silvio Santos, e chegou a comentar comigo que a primeira providência que os fonoaudiólogos tomavam, ao montarem um consultório, era mandar instalar um divã para que o paciente pudesse fazer relaxamento. Como essa atitude não influencia em nada um tratamento de fala, Dr. Paulo Pontes vem tentando convencer os fonoaudiólogos paulistas a abandonarem essas “perfumarias” e partirem para a ação.

Voltando a falar especificamente da faculdade que cursei, tive lá uma série de problemas, principalmente com os professores das cadeiras específicas de Fonoaudiologia, porque eu contestava os métodos que eles utilizavam o tempo todo. Cursei os oito semestres da faculdade e cheguei a repetir o quarto semestre porque, nessa época, já estava em plena atividade profissional, inclusive com filiais em Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Goiânia e Salvador – além da matriz aqui no Rio, é claro -, o que me impedia de freqüentar as aulas todos os dias. Ao chegar ao final do sétimo semestre, começou uma pressão por parte da faculdade no sentido de que eu repetisse a cadeira de Otorrinolaringologia, a qual eu já havia cursado no segundo semestre, tendo sido aprovado (Os maiores detalhes sobre essa história, vocês vão encontrá-los no livro.

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Ao ser regulamentada a profissão de fonoaudiólogo pelo então presidente João Batista Figueiredo, em 1983, surgiu em seguida o Conselho Federal de Fonoaudiologia. Segundo a lei que regulamentou a profissão, quem já a estava exercendo há mais de cinco anos teria reconhecimento e registro profissional automáticos. Sabendo disso, entrei com a papelada para adquirir os meus direitos, mas o Conselho, por pura inveja, tentou armar uma cilada para mim, rejeitando o meu processo sem qualquer motivo, não me comunicando coisa alguma sobre o fato e, ainda por cima, entrando com uma queixa-crime contra mim na Polícia Federal, alegando que eu estava exercendo a profissão ilegalmente! Ora, eu já estava trabalhando como fonoaudiólogo desde 1968, e tenho até hoje toda a documentação comprobatória do meu exercício profissional para quem quiser ver! Minha reação foi entrar com mandado de segurança na época, desmoralizando o Conselho Federal de Fonoaudiologia e mostrando publicamente toda a minha repulsa por certo tipo de seres humanos que, ao exercerem cargos que lhes dão um pouquinho mais de evidência e poder, resolvem se achar os todo-poderosos e passam por cima dos outros como verdadeiros tratores. Entretanto, essas pessoas se esquecem de que podem se engasgar com o próprio veneno – o que realmente aconteceu, já que o parecer do procurador da República, Dr. Fernando H. O. de Macedo, foi totalmente favorável a mim, o que desmascarou a má intenção dos membros do Conselho. Segundo as próprias palavras dele, “o grupo no momento politicamente dominante no Conselho Federal de Fonoaudiologia, por motivos de análise detida despicienda, quis excluir, e quer manter excluído, de seus quadros, um profissional comprovadamente competente (no aspecto científico do termo); mas que, política e profissionalmente, não lhe é simpático, além de lhe constituir (se regularizada a sua inscrição profissional), um fator concorrencial difícil de enfrentar num regime de sadia liberdade de mercado”. Resultado do tititi: os mal-intencionados foram intimados a me dar o registro definitivo no Conselho Federal de Fonoaudiologia, e meu número é 3813.

Vocês estão pensando que a novela acabou aqui? Ainda não. Logo a seguir, surgiu o Conselho Regional de Fonoaudiologia no Rio de Janeiro, e este também começou a me perseguir implacavelmente, dando igualmente verdadeiros vexames em público, como foi o caso do edital que publicaram no Jornal do Brasil logo após uma entrevista que dei à Revista de Domingo, em que critiquei os métodos tradicionais aplicados pelos fonoaudiólogos.

Nessa matéria, a propósito, foram entrevistados vários profissionais da área, e o espaço dedicado a mim não passou de quatro linhas, apesar de eu ter falado bastante a respeito da ineficácia dessas terapias ultrapassadas. Na quarta-feira seguinte ao domingo da entrevista (ocorrida em 1986, em que os caras-de-pau do Conselho Regional de Fonoaudiologia, que além de serem caras-de-pau estavam muito mal-informados), disseram no JB que eu não estava autorizado a emitir opiniões porque não era registrado no Conselho Federal de Fonoaudiologia! No dia seguinte, coloquei um anúncio enorme no mesmo jornal, com a foto da minha carteira do Conselho Federal, obrigando-os a desmentir o edital do dia anterior num prazo máximo de 24 horas, pois, segundo me foi informado, não havia espaço no jornal para outra matéria daquele tamanho… Pura mentira! O JB não confirmou essa alegação, e o que pude constatar foi que o Conselho Regional de Fonoaudiologia não dispunha de dinheiro para pôr um segundo anúncio, jogando assim o dinheiro dos fonoaudiólogos associados no lixo.

No dia que a retratação foi publicada (a segunda-feira seguinte), onde eles pediam publicamente desculpas pela informação irresponsável que haviam publicado na semana anterior, ainda tiveram a ousadia de mencionar, no pé da matéria, que eu tinha que aprender “a ética da classe”… Quem são eles para falarem em ética, sobretudo porque publicaram uma informação caluniosa sem terem sequer pesquisado antes sobre a sua veracidade?

O meu livro fala com detalhes sobre todas essas perseguições sem qualquer motivo, e é impressionante como os fonoaudiólogos mais tradicionalistas ainda insistem em tentar disseminar uma imagem negativa que se criou a meu respeito por causa dessas calúnias, alguns deles chegando até a dizer que eu dou choque na língua dos pacientes e outras atrocidades que, de tão absurdas, chegam a ser ridículas. Se fosse realmente verdade tudo o que essa gente inventa a meu respeito até hoje, eu já teria sido processado criminalmente!

Algumas pessoas mais inteligentes, quando ouvem alguém fazer comentários negativos a meu respeito, perguntam a esse alguém se ele(a) está dizendo isso tudo com pleno conhecimento de causa, e a resposta é sempre a mesma: “Não, mas eu ouvi falar”. Quanto às pessoas que já tiveram contato com meu curso, percebem que tudo que ouviram não passa de invencionice, e ficam todos encantados com os resultados rápidos que alcançam. Até os fonoaudiólogos mais jovens que visitam meu curso, além de ficarem abismados e igualmente encantados com o que vêem, ficam ao mesmo tempo revoltados com o ranço do ensino que encontram (ou encontraram) na faculdade.

Recentemente, recebi o telefonema de uma mãe preocupada em encontrar uma chupeta ortodôntica para seu filho, pois a fonoaudióloga que o estava atendendo pediu que ela a comprasse e ela não estava achando o tal modelo de chupeta. Quando perguntei à mãe do garoto qual era o problema e qual a idade do garoto, ela respondeu que ele tinha treze anos e pronunciava os fonemas /s/ e /z/ lateralmente – o chamado sigmatismo lateral, que faz o som sair como se fosse um /x/. Além de pronunciar os fonemas dessa forma, o garoto entortava a arcada inferior para pronunciá-los. Comentei imediatamente com a mãe do menino que ele estaria fazendo papel de palhaço se ele, com treze anos, pusesse uma chupeta na boca. Agora vem algo mais chocante ainda: a mãe acrescentou que, além de estar a ponto de pôr uma chupeta ortodôntica na boca, seu filho já estava usando uma língua-de-sogra no nariz, alternando as narinas para treinar respiração desnecessariamente! Convidei-a a trazer o filho para fazer o tratamento comigo e, ao manter o primeiro contato, percebi que ele, que se chamava Pablo, também apresentava voz fina. Em apenas dois minutos, corrigi o problema do sigmatismo lateral de Pablo e levei mais dois minutos apenas para corrigir-lhe a voz. Tudo foi devidamente documentado em vídeo, e a mãe do menino presenciou sua cura, ficando perplexa e emocionada com os resultados que viu e ouviu. Ela chegou a fazer um comentário até engraçado depois, dizendo que iria a todos os programas de televisão, inclusive o do “Ratinho”, para denunciar a incompetência da maioria dos fonoaudiólogos, que ficam “enrolando” seus pacientes com terapias ultrapassadas e comprovadamente ineficazes, o que faz com que 80% dos pacientes abandonem a terapia e 90% dos fonoaudiólogos mais jovens abandonem o exercício da profissão por total falta de estímulo, devido principalmente aos resultados negativos que dão a sensação de se estar dando murro em ponta de faca.

No ano de 1999, tinha um quadro fixo no programa ´´Na boca do povo“ apresentado por Wagner Montes na rede CNT, (canal 22 da net e 9 da TV aberta no Rio de Janeiro) das 13 às 14h., onde apresentava alguns casos com a finalidade dos fonoaudiólogos que cursavam as faculdades aprendessem novas teorias revolucionarias, procurando contestar as teorias ultrapassadas que são impostas nos currículos das faculdades. O resultado é que fui bastante procurado sobretudo pelos fonoaudiólogos mais jovens e pelos estudantes que queriam evoluir na profissão e construir uma melhor reputação na sociedade com relação aos métodos utilizados.

No início do ano de 1997, eu estava na faculdade de fonoaudiologia do IBMR, acompanhando as notas de um dos meus filhos, e levei uma fita de novos casos para mostrar ao diretor e proprietário da faculdade, Dr. Hermínio. Ele ficou tão impressionado com que viu que me convidou a dar uma palestra para turma do sétimo período. Fiquei perplexo com o convite porque ele tinha conhecimento que eu era um contestador voraz dos métodos tradicionais transmitidos nas faculdades de fonoaudiologia, para piorar a situação a diretora da parte de ensino da faculdade estava presente na minha palestra e ela havia sido um dos membros do conselho regional de fonoaudiologia do Rio de Janeiro, na época que sofri a perseguição implacável de que já falei. Mostrei em seguida a fita de casos aos alunos e as reações à mesma foram emocionadas, pois ali estavam casos concretos de cura. A turma chegou a pedir ao Dr. Hermínio que me contratasse para dar um curso extracurricular, mas acho que a pressão dos bastidores deve ter sido muito grande, pois o curso na época não aconteceu.

No dia 4 de maio de 2004, fui convidado oficialmente para ministrar uma nova palestra na faculdade de fonoaudiologia, inclusive a turma da minha filha Elka. Como citei anteriormente esta nova geração de professores e alunos já estão com a mente mais aberta, sedentos assimilar novas técnicas.

No início do evento o Dr. Hermínio relembrou uma passagem muito bonita das nossas vidas. Quando eu estava iniciando em 1968 na profissão, ministrando aulas na casa dos meus pais, na Rua Paula Freitas 88/ 6º andar, desencadeou uma dor constante na minha coluna, contratei um massagista para sanar este problema, eis que aparece um rapaz simples, mas com muita competência, o Hermínio (o pai dele administra uma casa de repouso), este fato esta relatado no meu livro e agora ele é uma testemunha da minha ascensão profissional. Após esta abertura realizei uma palestra com duas horas de duração, onde apresentei vários casos em vídeo, o antes e o depois, e consegui mostrar que o meu método é muito abrangente no que tange a todos os problemas da voz, da fala e da oratória ligada a inibição. No final fui aplaudido, no outro dia minha filha comentou que os alunos gostariam de se aprofundar mais na técnica, principalmente nos exercícios que eu desenvolvi.

Uma notícia boa é que acabo de lançar um DVD, na qual dou uma orientação técnica de como corrigir as deficiências da voz, da fala e da oratória.

A faculdade IBMR é uma das mais conceituadas na área de fonoaudiologia, os meus filhos freqüentam ou já freqüentaram a mesma, realmente é uma formação com muito embasamento cientifico, inclusive a caçula esta cursando psicologia no IBMR.