ORATÓRIA E FONOAUDIOLOGIA EM BRASÍLIA

O Fonoaudiólogo e Professor de Oratória Simon Wajntraub Retorna a Brasília

Em 1974, por sugestão de um ex-funcionário do Banco Central, iniciei em Brasília as atividades do meu curso de Oratória, visando a possibilitar aos alunos e pacientes vencerem a timidez e a inibição, superarem a fobia social, exercitarem a argumentação sob pressão, além das atividades da clínica de fonoaudiologia, para tratar dos problemas da voz e da fala.

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Lembro-me que aquele funcionário apareceu na matriz no Rio de Janeiro apresentando uma gagueira acentuada e, em apenas um fim de semana de tratamento intensivo, ele teve uma melhora expressiva. E isso garantiu uma repercussão enorme em Brasília, e, por isso, ele me convidou a estender a Brasília o alcance do Instituto de Oratória e Fonoaudiologia Simon Wajntraub.

No inicio, eu atendia na casa dele, e, depois, aluguei um conjunto de salas no Centro Médico na W3, onde implantei uma clínica muito sofisticada.

Em seguida, mudei-me para o Conjunto Nacional, que era um endereço mais central, e passei a realizar o curso no Salão de Convenções do Hotel Nacional.

Fui obrigado a interromper as atividades em 1992, quando sofri um baque enorme com o Plano Collor, que deixou as pessoas sem condições financeiras por um longo período, o que afetou as atividades comerciais em geral.

Em 1976, dei uma entrevista ao programa Fantástico da Rede Globo, onde apresentei vários casos de cura total dos problemas da fala e da timidez, sendo a base do programa imagens da filial de Brasília.

No ano de 2001, fui entrevistado pelo Jô Soares, na Globo, e o sucesso foi total, inclusive criei uma polêmica enorme contestando os métodos tradicionais da Fonoaudiologia, o uso das famigeradas rolhas, chupetas, línguas-de-sogra. O Conselho de Fonoaudiologia exigiu do Jô o direito de resposta e eles se ferraram: o Jô me defendeu e debochou da fonoaudióloga que compareceu ao programa para me atacar. Fiquei sem dormir uma semana de emoção.

A seguir o Jô chamou a Banda do meu filho Breno, “Os Parabrisas“, e falou no meu nome de novo. Em dezembro, na noite do dia 25 para o dia 26, reprisou o meu programa.

Logo a seguir, realizei um curso compacto em Brasília, de três dias, no Hotel Nacional e foi o maior sucesso. Os participantes, no final do curso, exigiram que eu retornasse com os atendimentos em Brasília. Prometi que pensaria com carinho sobre o retorno no Instituto de Oratória e Fonoaudiologia Simon Wajntraub a Brasília.

Recordo-me que naquele curso de oratória, um pai desesperado com um filho que apresentava gagueira com 8 anos de idade insistiu para que curasse o seu filho. Eu disse que o curso era de oratória, mas ele pressionou e eu falei o seguinte: “Matricule-o nas aulas de Oratória que vou transmitir a técnica para ele não gaguejar; se ele assimilar rapidamente, tudo bem”. O garoto, muito esperto, já no segundo dia, não estava mais gaguejando. Todos na sala ficaram muito emocionados, ele ficou treinando com o material audiovisual para fixar a técnica.

Um caso de Brasília que me emocionou muito recentemente foi o da Carla, que entrou no meu MSN comentando que, há 27 anos, ela tinha 4 anos de idade e apresentava uma baixa auditiva enorme, praticamente não ouvia quase nada. Eu realizei uma gravação em vídeo, onde eu pedi ao seu pai para filmar as atividades do dia a dia dela, como, tomando banho, almoçando etc., eu repetia as frases com um zoom na minha boca para ela acompanhar a articulação fonética e a leitura labial, colocando a mão na caixa de som para sentir a vibração da minha voz. Consegui fazer com que ela aprendesse a falar, e o mais interessante foi que, no início, a sua voz estava muito infantil, aguda, e fiz com que ela atingisse um tom mais natural. Quando recebi o e-mail da Carla, fiquei com os olhos cheios de lágrimas de tanta emoção, e o mais fantástico é que ela comentou que possui o vídeo até hoje.

Quando me lembrava dos muitos políticos que realizaram o meu curso em Brasília e se tornaram grandes oradores, como o Deputado Federal Carlos Cota, Arthur Virgílio, Índio da Costa, por exemplo, dava uma vontade louca de voltar para a capital do Brasil.

Hoje, realizo atendimentos fonoaudiológicos e o curso de oratória e argumentação sob pressão também pela internet, através de videoconferência com imagem e som, e nam param de entrar alunos novos de Brasília.

Vocês devem estar curiosos: como esse cara vai se dividir em todas as filiais? Hoje, eu estou bem mais tranquilo, porque duas filhas são fonoaudiólogas e já trabalham comigo há muito tempo. Nas décadas de 70, 80 e 90, quando eu fechava o contrato do curso completo com os alunos e pacientes, a pergunta tradicional era: “E se você morrer?”. Aí eu respondia que a minha esposa e os próprios alunos vão prosseguir com o método. Agora, então, com as minhas filhas não vai ter mais estas perguntas indiscretas.

Será muito bom reabrir a filial de Brasília porque vários pacientes do Norte e Nordeste, Goiás, Rondônia, Mato Grosso, poderão se deslocar para Brasília, que está mais próxima dessas localidades.

O mais importante é que todos os alunos e pacientes de Brasília poderão também ter atendimentos em qualquer uma das filiais ou na matriz no Rio de Janeiro, quando estiverem em deslocamento e também poderão participar das aulas de oratória do Rio de Janeiro por meio de videoconferência.

Agora estou entregue a vocês, Brasilienses: quem apresentar problemas na voz, na fala, timidez, fobia social, medo de falar em público, inibição, desejar exercitar argumentação sob pressão, tiver dificuldade de improvisar, quiser ensaiar apresentações em público, é só ligar e marcar a primeira consulta de avaliação, pois iniciaremos as atividades a partir de agosto.

Boas Falas para Brasília com Simon Wajntraub!

 

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