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Oratória em outros idiomas

oratória com idioma

No curso de oratória do fonoaudiólogo Simon Wajntraub, você pode exercitar as suas apresentações em vários idiomas com a supervisão do diretor do curso Nideck Idiomas, Paulo Nideck, além do acompanhamento do professor de norueguês e dinamarquês da USP, Francis Henrik Aubert.

É muito comum executivos de multinacionais, doutorandos e mestrandos em países estrangeiros, alunos de cursos de idiomas, palestrantes internacionais, recorrerem ao meu curso de oratória e argumentação sob pressão para exercitar as suas apresentações em vários idiomas e o mais incrível é que devido ao alto nível da plateia, é comum os mesmos encontrarem participantes que dominam vários idiomas, para debaterem os temas apresentados.

Casos reais sobre oratória com idiomas

Lembro de um executivo da Airbus na América do sul que frequentava as aulas de oratória com a finalidade de perder a timidez para falar em público, ao treinar a sua apresentação em francês que faria na matriz da empresa, encontrou seis alunos na sala que falavam francês fluentemente, ficou perplexo como os jovens se interessaram em aprender este idioma.

Um aluno da Alemanha que estava num projeto de construção de submarinos no Brasil para a marinha, recorreu ao curso para perder o sotaque e melhorar a pronuncia no português, mas também encontrou alunos que falavam alemão no decorrer das aulas.

Em 1977 eu tratei de um Israelense que apresentava a voz fina e tive que utilizar o Hebraico e o Inglês para corrigir a sua deficiência na voz, em três dias ficou curado.

No decorrer das aulas de oratória tem também a participação de um cantor lírico o Arnould Bruner que canta em 18 idiomas e abrilhanta o curso com a sua bela voz possante.

Os meus auxiliares que cito na parte do idioma o Paulo Nideck que tem um vídeo da sua evolução no meu curso da melhora da sua voz e da apresentação em público, e o Francis Aubert professor de Norueguês e Dinamarquês, que recuperou a sua fala após um AVC hemorrágico, leia a história dele no link afasia(perda da fala) e assista os seus vídeos no YOUTUBE ministrando aulas e palestras na USP.

Alguns palestrantes só apresentam timidez quando utilizam idiomas nas suas apresentações, ao falarem em português não sentem esta pressão.

Lembro de um executivo de uma multinacional que falava um inglês caipira, os alunos que dominavam bem o idioma com a pronuncia correta criticavam a maneira de ele falar o inglês, ele rebatia, comentando que os americanos não estão preocupados com a forma, o importante é o conteúdo, e que nos Estados Unidos também tem o regionalismo com pronuncias diferentes, dependendo da região.

A troca cultural é importante

No meu curso, o interessante é a troca de informação na área profissional e cultural, uma vez um advogado estava treinando um palestra que apresentaria nos Estados Unidos sobre a leis trabalhistas no Brasil, a sua especialidade era direito internacional, pediu ao seus colaboradores no escritório para pesquisar a respeito e desenvolver o tema da apresentação. Quando treinou no meu curso, foi contestado por um diretor da área jurídica de uma multinacional, sobre o fracasso que estava o conteúdo da sua palestra, isso era uma quinta feira, e no sábado ele viajaria para os Estados Unidos com a finalidade de apresentar o tema para empreendedores americanos, o executivo combinou com ele que corrigiria o texto e enviaria por e-mail, isso na sexta feira, acabou sobrando para mim, na sexta feira a noite que não tem aula de oratória, ele compareceu no meu curso com vários advogados do seu escritório para treinar o texto corrigido, isso acabou por volta de uma hora da manhã, no sábado embarcou bem mais seguro na sua apresentação.

O Curso de Oratória em outros países

Hoje atendo online na videoconferência do SKYPE para todos o cantos do mundo, projeto a imagem do aluno para a tela do palco do curso em Copacabana e a voz para caixa de som no auditório, possuo pacientes no Japão, San Diego, Canada, Israel, Portugal, Inglaterra, vários em Angola, Moçambique, Alemanha, França, Argentina, além de brasileiros que residem distantes da matriz no Rio de janeiro e das filiais de Brasília e São paulo.

O mais interessante é que tenho encontrado pessoas que me conhecem desde a década de 1970, pois iniciei a minha atuação nesta área aos 18 anos de idade, em 1968, e ficam afirmando que eu sou o filho do fonoaudiólogo e professor de oratória Simon Wajntraub, quando confirmo que o próprio, eles ficam espantados, ai comento sobre a alimentação saudável que utilizo, muitas frutas, carne branca, legumes e verduras, e muito suco de frutas naturais, além da vibração profissional constante em tirar as pessoas do sufoco, desbloqueando a comunicação oral das mesmas e para complementar possuo 7 filhos do mesmo casamento com a mesma mulher, comemoramos recentemente 38 anos de casados, veja as fotos no link biografia de Simon Wajntraub.