Curso de Oratória com Porradaterapia – Bate-boca entre psicóloga e médico italiano

Esta imagem chocante ocorreu numa aula do Curso de Oratória (Porradaterapia) com o revolucionário método do polêmico fonoaudiólogo Simon Wajntraub

Normalmente, as pessoas costumam imaginar que um curso de oratória é aquela coisa cafona do tipo ficar ensinando regras de boas maneiras, de gesticulação e de retórica que, de tão exageradas, se tornam ridículas. Em parte, algumas dessas pessoas com ideias pré-formadas sobre um curso desse tipo têm razão, porque a maioria dos cursos de oratória adora mexer com a área comportamental, azucrinando os alunos com teorias ultrapassadas que acabam não levando a lugar nenhum. Aliás, falando de alunos, existem também aqueles que copiam até a respiração do professor, terminando por não assimilar nada e virando uns verdadeiros “pentelhinhos” na aula. São alunos que fazem perguntas do tipo: “Professor, dois mais dois são quatro?”.

Curso de Oratória no Rio de Janeiro (Copacabana e Barra), São Paulo e Brasília

Nestes mais de quarenta anos de estudos no campo da comunicação oral, desenvolvi um método próprio na área de oratória, onde criei uma verdadeira bagunça organizada. Em outras palavras, o aluno dispõe de seis dias na semana para frequentar as aulas do curso de oratória em 4 endereços: no Rio de Janeiro (em Copacabana e na Barra da Tijuca), em São Paulo e em Brasília. O aluno pode frequentar livremente o curso de oratória, sem precisar dar satisfação sobre sua presença ou ausência.

Dependendo da sua disponibilidade de tempo, ele pode chegar no início da aula, no meio da mesma ou quase no final, porque será garantida a sua participação. Entretanto, para as pessoas mais metódicas, essa aparente desorganização é uma verdadeira tortura, já que o inibido costuma ser muito “certinho” e organizado em tudo que faz. É pena que, por planejar e ensaiar demais, acaba dando um “branco total” na hora “H”, devido exatamente à sua inibição – e aí tudo que é planejamento vai para as cucuias…

Os metódicos inibidos são tão estressados que alguns deles chegam a me dar orientações para eu punir os alunos que chegam atrasados, sugerindo que eu não deixe os retardatários falarem. Só que a coisa não é bem assim, porque o objetivo do curso é derrubar as muralhas e as grades dessa prisão que impede que as pessoas avancem na vida, ou seja, a timidez a falta de segurança, o medo de falar em público e o medo de arriscar na vida (até profissionalmente).

Ao começar o curso de oratória, o aluno tem aulas individuais para corrigir os problemas da voz e da fala e, em seguida, passa a frequentar as aulas de oratória em grupo para perder a inibição e melhorar o improviso, sendo este último um item em que a grande maioria dos oradores, incluindo-se aí jornalistas, locutores e políticos, tem grande dificuldade de enfrentar. É muito comum, por exemplo, um locutor se ver em apuros numa emissora da televisão quando enguiça o teleprompter (aquele aparelho que exibe o texto que deverá ser lido no ar). O resultado é visível: alguns começam a gaguejar, outros não dizem coisa com coisa e outros ainda se calam, ficando completamente estáticos.

O carro-chefe do meu curso de oratória é a argumentação sob pressão (ou porradaterapia), pela qual os alunos veteranos provocam os novatos fazendo muita pressão em cima deles com o objetivo de fazê-los desenvolver seu autocontrole em situações-limite e evitar tomar atitudes radicais como extrema agressividade ou passividade total.

Recentemente, um engenheiro eletrônico que estava iniciando o curso resolveu dar o mesmo tipo de palestra que seu chefe costumava dar. Trouxe para o curso transparências em Inglês com uma letra miúda que quase ninguém conseguia ler. Ao iniciar a palestra em tom monocórdio, todos os outros começaram a se retirar da sala fingindo que já estavam indo embora. Na verdade, tudo estava combinado, pois os que estavam saindo da sala iam se esconder no corredor do andar. No final da palestra, estava na sala apenas o engenheiro falando e eu, assistindo. Visivelmente constrangido, ele me perguntou: “E agora, o que é que eu faço?”. Minha resposta foi imediata: “Continue falando. Não dê bola pra eles, não!”.

Passados alguns minutos, os outros retornaram à sala, mas a provocação continuou: alguns que voltaram a se sentar nos sofás fingiram estar dormindo. Foi então que o engenheiro não aguentou mais, interrompeu a palestra e reconheceu que sua decisão de fazer uma exposição oral tinha sido precipitada, pois ele estava começando o curso ainda e não dominava as técnicas para uma boa apresentação em público. É exatamente esse tipo de treinamento que dou em minhas aulas de oratória.

Há pessoas que querem treinar a defesa de suas teses de mestrado e/ou doutorado, provas orais de concursos públicos da área jurídica (Projetos especiais para turmas de advogados que desejam treinar os pontos da prova oral), apresentação de palestras até em outros idiomas, locução e representação teatral. A propósito deste último item, costumo criar peças de teatro para que todos participem ao mesmo tempo, e normalmente o papel que destino a cada um dos alunos é completamente diferente de sua personalidade. Por exemplo, quando o aluno é muito machista, dou-lhe o papel de um “gay” para representar; quando ele é muito agressivo, dou-lhe o papel de padre, de guru, etc. No tocante às mulheres, dou àquelas que normalmente têm a aparência dócil e delicada o papel de prostituta ou sapatão, e às mais autoritárias, o papel de submissas. Não é preciso dizer que as pessoas mais inibidas têm, em geral, uma dificuldade enorme de representar esses papeis radicalmente opostos a elas.

Outro exercício interessante é quando monto uma emissora de rádio ou TV onde coloco cada um dos alunos desempenhando uma atividade distinta: uns são locutores esportivos, outros noticiaristas, outros contam piadas, outros cantam, enfim, transformo a aula num verdadeiro programa.

É importante frisar que todos os alunos participantes do grupo, sem exceção, são obrigados a falar durante a aula, nem que, para isso, ela tenha que durar mais do que o tempo normal. Digo isso porque sei que existem muitos cursos de Oratória em que o aluno só pode falar, no máximo, durante cinco minutos, sendo interrompido por um despertador se ultrapassar esse tempo, e automaticamente expulso do palco. Isso é um verdadeiro absurdo, porque muitas pessoas que moram bem distante dos grandes centros se sentem desestimuladas a enfrentar um tráfego horroroso e estressante para só terem o direito de falar por cinco minutos.

Lembro-me de um advogado, a propósito, que morava na Baixada Fluminense e frequentou um curso de Oratória do tipo que citei acima na Zona Sul da Cidade do Rio de Janeiro. Ao chegar ao meu curso, ele comentou que se sentia frustrado porque, sempre que desenvolvia um assunto interessante na sua exposição oral, era sumariamente cortado pelo som do despertador. Esse advogado, que era criminalista, sentia a necessidade de fazer longas defesas orais, pois isso fazia parte do seu dia-a-dia, e ficou agradavelmente surpreso quando deixei que ele falasse aqui por meia hora ou até mais. Entretanto, em tom de sacanagem, programei um despertador para disparar, sem que ele soubesse, num dos dias em que ele estava falando. Seu trauma com despertadores era tão grande que, quando o despertador tocou, ele se virou para o mesmo e argumentou: “Espera aí, meu filho, que eu já estou acabando!”. Todos morreram de rir, e ele, que tinha tido um gesto automático, acabou rindo também depois.

Esse advogado criminalista apresentava uma voz muito fina quando veio me procurar, apesar de já ter frequentado outro curso por seis meses. A primeira coisa que fiz foi mostrar-lhe, através do vídeo, que sua voz estava muito aguda, e ele ficou abismado como ninguém o havia alertado disso no outro curso. Em apenas cinco minutos (como já citei no “link” sobre VOZ FINA), mudei a posição de sua voz, colocando-a bem mais grave.

Falando em filmagem, esse sistema é um dos pontos-chave do meu curso, uma vez que todas as participações dos alunos são filmadas e eles levam para casa uma cópia dessas gravações em DVD para fazerem uma auto-avaliação constante. Antes de eles levarem a cópia em DVD, é discutido entre eles e o “camera-man” se a gravação pode ser editada integralmente ou com cortes, já que alguns assuntos discutidos aqui podem comprometer o aluno em questão em sua vida profissional, familiar e sexual. Antes que vocês pensem: “Pô, isso aí tá parecendo a volta da ditadura!”, é bom que eu esclareça que, da porta do curso para fora, o bem-estar dos alunos deve ser respeitado, e esta minha atitude – no sentido de o aluno decidir o que quer exibir lá fora – dá a todos uma liberdade maior para que possam falar à vontade sobre todo e qualquer assunto.

Outro tema bastante explorado nas aulas de Oratória em grupo é a cultura geral. Fazendo um cômputo geral do número de alunos que frequentam meu curso, já consegui detectar umas cinquenta profissões diferentes nas áreas de Medicina, Engenharia de Telemática, Economia Ambiental, Filosofia, Engenharia de Petróleo, Virulogia, Direito Ambiental, Farmácia, Odontologia, Implantodontia, Direito Tributário e Empresarial, Cientistas de várias áreas principalmente da fundação Osvaldo Cruz e da COPPE/UFRJ, Advogados que atuam na área de Marcas e Patentes , Ufologia, Cirurgia Plástica , Informática, Política, Magistério, Magistratura, Teatro, Locução, etc. Cerca de 90% dos alunos têm título de mestrado ou doutorado, e um número reduzidíssimo não tem curso universitário completo. Existem também empresários, industriais e comerciantes bem sucedidos que, embora estejam no grupo dos não-portadores de diploma universitário, são pessoas de grande experiência profissional – e durante as aulas eu costumo provocar os novatos que têm pós-graduação colocando-os no palco juntamente com um desses comerciantes. Pergunto aos comerciantes:

– Quando você chega a um restaurante com o seu Mercedes-Benz, as pessoas vão logo chamando você de “doutor”?

Um comerciante português já chegou a me responder:

– Claro, apesar de eu só ter o curso primário, que, aliás, foi muito bem feito em Portugal!

A resposta desse comerciante foi dada principalmente para provocar um engenheiro que estava contracenando com ele no palco, tinha diplomas de mestrado e doutorado, lecionava na PUC e era gerente de uma indústria multinacional de petróleo – e com todos esses títulos, ganhava muito menos do que o comerciante, situação que se agravou ainda mais porque aquela era a época do confisco causado pelo Plano Collor.

A pergunta que fiz ao engenheiro foi: Quando você estaciona o seu Gol na porta de um restaurante, o pessoal chama você de “doutor” também?

O engenheiro, irritadíssimo, deu uma explosão e fez o seguinte comentário:

– Olha, o que eu queria mesmo era montar uma firma de consultoria empresarial nessas áreas que eu domino e onde atuo. Inclusive, se a multinacional onde eu trabalho há quatorze anos me demitisse, eu receberia mais de US$ 100,000 (cem mil dólares) pela rescisão de contrato e conseguiria montar minha própria empresa tranquilamente – e ainda iria me sobrar dinheiro. Mas, no fundo, no fundo, eu sou um medroso, não gosto de correr riscos e sou tímido até comercialmente.

Lembro-me muito bem de que, quando o português enfatizou que seu curso primário em Portugal era bem melhor do que “esta porcaria de cá”, um jornalista que estava na plateia retrucou, dizendo:

– Cala a boca, ô “portuga”! Primário é primário no mundo inteiro. Não adianta elogiar o curso primário de Portugal, porque você só tem mesmo é o primário!

O português não se fez de rogado:

– Ora, não me venhas com babaquices! As escolas em Portugal são muito melhores do que estas merdas de cá!.

Perguntei ao português, então, como ele tinha conseguido montar um patrimônio invejável já aos 40 anos de idade, e ele comentou que, já aos 11 anos, começou a sua vida comercial, pois tinha uma bicicleta, vendeu-a e comprou duas, que vendeu logo depois, e assim sucessivamente, até chegar a um caminhão. Partiu do caminhão para uma fazenda, comprou um açougue, e seus negócios começaram a se multiplicar mais rapidamente.

Perguntei, em seguida, ao engenheiro por que ele não tinha feito a mesma coisa, e ele respondeu que havia se dedicado muito aos estudos, procurando sempre ser um dos primeiros colocados, mas que agora estava vendo que todo esse esforço não deu em nada porque o mercado está sempre atingindo os assalariados tanto na cobrança de impostos extorsivos quanto na consequente diminuição de seus salários.

Depois desse fato que ocorreu no curso, o engenheiro sumiu por uns seis meses e, ao retornar, pediu para subir ao palco e me agradeceu logo em seguida, comentando que eu havia lhe causado um trauma com aquela situação que criei entre ele e o português. Ele realmente se sentira humilhado ao perceber que todos paparicavam o comerciante, que só possuía o curso primário, e ninguém dava bola para ele, um verdadeiro doutor em Engenharia! Portanto, resolveu agir: negociou sua demissão com a multinacional, montou uma firma própria de consultoria nas áreas de Engenharia de Segurança do Trabalho e de Qualidade Total e estava agora bem melhor de vida e muito mais feliz e realizado profissionalmente.

Puxa vida! Quantos traumas eu já causei nesse meu curso para que as pessoas acordassem para a realidade da vida!

Estamos abordando o item da cultura geral porque ele é de fundamental importância para a troca de ideias entre os profissionais supergabaritados que costumam frequentar o curso. Um dos últimos fatos interessantes que ocorreram aqui com respeito a esse assunto foi a vinda de uma médica ginecologista muito inibida que iria dirigir um minicongresso na sua área, mas estava morrendo de medo de enfrentar uma plateia. Durante a aula de Oratória em grupo, perguntei-lhe por que a maioria das mulheres tinha dificuldade para ter orgasmo e se já havia alguma solução mais moderna para esse problema. A médica respondeu “na lata:

– É só dar-lhes um pouquinho de hormônio feminino misturado com o masculino, e a mulher terá orgasmos múltiplos.

Ela, inclusive, comentou que mulheres que ficaram viúvas e se recusavam a ter novos parceiros deveriam comprar um vibrador numa “sex shop” para se masturbarem e sentirem prazer sem complicados envolvimentos emocionais.

A plateia ficou perplexa com a atitude mecânica que a médica teve para resolver todos os problemas sexuais femininos, pois, além de inibida, ela foi fria e taxativa nas suas respostas. Entretanto, eu vibrei com a sua atitude porque acho que tudo é resolvido mais mecanicamente do que emocionalmente – está aí o Viagra para provar isso na esfera sexual, e o meu curso, que, através da “porradaterapia”, cura a inibição mecanicamente.

Existe no curso um aluno veterano que é um renomado ufólogo, ou seja, pesquisador de objetos aéreos não-identificados ( OVNI’S ), onde faço a narração de um vídeo no seu site. Fernando Cleto, um dos fundadores do Banco Central e ufólogo por “hobby”, já tendo lançado três livros sobre o assunto, é um profissional seriíssimo que dá palestras bastante enriquecedoras sem tentar convencer ninguém das suas convicções. Meu livro tem um capítulo especial que fala sobre esse profissional de primeira e ser humano iluminado que é Fernando Cleto Nunes Pereira. Para maiores detalhes, leia o capítulo.

O curso de Oratória funciona como se fosse um clube. Depois de cumprir a carga horária média estipulada, o aluno tem passe livre para se reciclar à vontade sem quaisquer ônus adicionais, e são os alunos veteranos que me ajudam na tarefa de provocar os novatos.

Algo que costumo exibir no meu curso é que as pessoas que o frequentam estejam direta ou indiretamente ligadas a eles. Tal fato é importante porque eu soube que um executivo foi fazer um curso em São Paulo e havia uma aula experimental gratuita a princípio. Ao chegar lá, o executivo deparou com cerca de cem pessoas na sala, onde apenas vinte eram realmente alunos e os outros oitenta estavam apenas na condição de assistentes. O professor do curso, na maior cara-de-pau, chamou esse executivo, logo no primeiro, a se apresentar frente a uma plateia enorme, e foi uma tortura para ele, já que ele era extremamente inibido. Resultado: o executivo entrou em pânico e chegou até a passar mal.

No meu sistema de trabalho, admito uma frequência média de dez a vinte alunos por dia de aula, e para a pessoa assistir a uma aula com o objetivo de conhecer a técnica desenvolvida, ela terá que fazer uma consulta individual primeiramente.

Um fator primordial para a pessoa se apresentar bem em público é a maneira de se vestir e de cuidar da aparência física, não deixando, por exemplo, falhas na arcada dentária, pois esse defeito é muito prejudicial à imagem da pessoa. As unhas devem estar sempre limpas e bem tratadas, e uma atenção não menos especial deve ser dada ao problema do mau hálito, que pode ser de origem gengival, lingual ou até estomacal.

Dentre as várias coisas interessantes que ocorrem durante as aulas de Oratória, uma é a transação comercial que pode acontecer por acaso. Cito, por exemplo, o caso de um cirurgião plástico que já frequenta o curso há uns quatro anos e já operou mais de cinquenta pessoas, chegando, com o faturamento que teve, a montar uma clínica luxuosa em Botafogo. Outro exemplo é de um gerente de uma revendedora Ford que, em um ano, vendeu mais de sessenta carros em consórcios para colegas do curso.

Eu poderia citar uma série de profissionais que lucraram duplamente com suas vindas ao curso, mas aí eu me estenderia demais. É bom frisar, entretanto, que encontrar clientela selecionada como a que tenho aqui, pois as pessoas interessadas em participar do curso passam pelo meu crivo anteriormente, não é fácil, e aí se une o útil ao agradável.

Vou falar agora de algo em que eu faço questão de investir: as festas que organizo em minha casa de dois em dois meses para comemorar os aniversários da família grande. Costumo convidar todos os alunos para essas festas, pois acredito que estimular o convívio social contribui bastante para acabar com as inibições. Existem casos, por exemplo, de casais em que o marido quer ir a uma festa, mas a mulher, não, ou vice-versa – e tudo devido à inibição. Para mim, especificamente, é fácil organizar festas porque meus filhos possuem uma empresa de som para festas e eventos – Wajntraub Festas (consulte o link a respeito).

Nas festas, existe um grupo que fez dança de salão e estimula os outros a dançarem; existe também o VIDEOKÊ, atualmente em moda, sistema no qual a pessoa canta com “playback” lendo num telão a letra da música que escolheu. O resultado das festas é sensacional: as pessoas se desinibem mais, cantam e dançam à vontade, e muitas vezes as festas acabam só quando o sol aparece, tal é a animação.

Nas aulas de Oratória às terças e quintas-feiras à noite, em Copacabana, é servido um jantar; aos sábados, também em Copacabana um lanche, e às segundas-feiras, na Barra da Tijuca, é servido um lanche e em São Paulo as quartas a noite e quinta de manhã também é servido um lanche. A propósito, esse sistema de refeição em grupo funciona muito bem porque existem pessoas inibidas até para comer em público e outras que se comportam muito mal enquanto comem. É por isso que contrato, periodicamente, uma professora de boas maneiras para dar palestras e orientações sobre como se deve comportar-se à mesa e na vida social e comercial como um todo.

Um defeito que costumo notar em muitos profissionais de nível universitário é o desleixo com relação ao uso da língua portuguesa . Isso se deve a um absurdo que ocorre nos currículos de faculdades, sobretudo as que não estão ligadas à área de Ciências Humanas: a ausência da cadeira de Língua Portuguesa. Por isso, profissionais de Ciências Exatas, por exemplo, cometem erros primários quando falam. Minha atitude para tentar sanar esses defeitos foi contratar um aluno veterano que é um craque em três idiomas: Português, Inglês e Espanhol, sendo não só professor mas também tradutor e locutor nos mesmos. Seu nome é Ronaldo Redó Lanzillotti, e ele, a propósito, é o revisor oficial de todos os meus trabalhos, inclusive este da Internet. No curso de Oratória, o professor Ronaldo já ministrou vários cursos compactos de reciclagem em Português, direcionados para concursos ou para a simples atualização no idioma. Já foi também coordenador e professor de Inglês no Banco Central do Brasil e coordenador e professor de Espanhol na Divisão Internacional da Rede Globo de Televisão, contato que ocorreu no meu curso durante as aulas de oratória em grupo,onde um diretor da Globo da área internacional frequentava o mesmo. Hoje em 2008 o Ronaldo também é revisor de texto do Tribunal de Contas do Estado do Rio De Janeiro.

No inicio desta página de oratória apresento vários links com situações pitorescas e atualizadas que ocorrem no meu curso e paralelamente divulgo temas científicos da minha pesquisa sobre a oratória ligada a inibição a timidez e a argumentação sob pressão. Outros links importantes é Método e Simon Wajntraub, mas se você gosta de pesquisa acesse todos os temas do site.

Para terminar o item “Curso de Oratória, vocês devem estar curiosos para saber o custo e o tempo de duração do mesmo. Existem duas formas de se realizar o curso: o curso compacto para EMPRESAS ou GRUPOS FECHADOS que consta no ultimo item desse site ou o sistema-clube, onde a pessoa paga o custo estipulado e depois tem plena liberdade para continuar frequentando o curso (como o revisor deste texto, que de vez em quando aparece para se reciclar e também divulgar o seu trabalho, inclusive quando há debates em Inglês ou Espanhol, em que sua presença é fundamental), e cursos compactos, com vários tipos de duração.

O sistema mais vantajoso é o de clube, porque a pessoa fica livre “ad eternum” para frequentar as aulas quando bem entender e aproveitar a situação para ensaiar palestras, simular situações, enfim, preparar-se para o que vai enfrentar lá fora. O custo total vai depender do número médio de aulas. Os casos mais comuns variam de 60 a 200 aulas , só ultrapassando esse número quando o paciente apresenta, além da inibição, uma gagueira muito intensa. O valor da primeira consulta é de R$ 300,00 (trezentos reais) e o valor atual de cada aula é de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), mas não existe pagamento por aula. É fechado um contrato global, e o valor total é financiado em prestações.

Esse sistema de que falei acima, além de facilitar uma seleção melhor do grupo, não permite a criação de um número excessivo de pessoas na sala.

Quanto aos outros cursos que citei, o valor será combinado dependendo da carga horária.

Nossa! Estou abrindo muito o jogo. É melhor parar por aqui, senão o fator-surpresa vai perder a graça… E BOAS FALAS PARA VOCÊS!

 

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