Simon Wajntraub,
Fonoaudiólogo e Professor de Oratória
O Instituto de Oratória e Fonoaudiologia Simon Wajntraub é especializado no tratamento dos distúrbios da voz (voz rouca – disfonia, voz trêmula, falhando e presa, voz fina, voz grave, voz afeminada, voz baixa, voz alta, voz anasalada – fanhos, mudança de voz para transexuais, etc.), problemas da fala (atraso de linguagem da criança – afasia infantil –, baixa auditiva, má dicção, dislalia, fala acelerada e fala lenta, afasia – perda da fala –, gagueira, etc.) e dificuldades de comunicação (timidez e inibição, fobia social, oratória, dislexia, disgrafia, etc.).
Esta é a história de um aluno do meu curso de oratória que atuava como gerente de uma área da Petrobrás e foi orientado pela empresa a realizar um treinamento comigo, porque ele era prolixo.
Uma reunião que deveria durar uma hora, com ele levava em média três horas.
Vocês devem estar curiosos para saberem qual seria a técnica ideal para corrigir esse problema?! Lógico que eu, Simon Wajntraub, desenvolvi, através da pratica, a solução para as pessoas que não têm objetividade, pois detesto teorias obsoletas.
O prolixo, às vezes, utiliza a hierarquia para que os seus comandados participem dos eventos dos quais ele é o orador principal, como aqueles discursos longos que Fidel Castro realizava em Cuba.
É impressionante como as pessoas, para não perderem o emprego ou simples promoções, ficam submissas e não reclamam da chatice do prolixo!
Há também o oposto: indivíduos que são objetivos em excesso. Este quadro faz parte da timidez, pois a fobia é tanta, que, para enfrentar situações de público, expor-se o mais rápido possível é o ideal. No entanto, ele perde a credibilidade por falta de conteúdo nas suas apresentações.
Vou explicar de que forma atuo nesses dois casos:
Aquele gerente da Petrobrás, quando participava da aula de oratória, ao tentar explicar algo técnico da sua atuação profissional, ele dava uma volta ao mundo. A pressão da platéia o deixava estressado. Uns chegavam a bater palmas gritando: Rápido! Vamos embora! Chega! Outros saíam da sala, e outros dormiam de propósito na platéia. Ele ficava suando, tenso e até revoltado. Porém, com o tempo, ele foi se aprimorando e ficou bem mais objetivo.
Esse sistema da provocação funciona muito bem, porque os alunos veteranos já passaram pelo processo, e hoje eles sabem como estimular os novos colegas.
Já no caso do objetivo em excesso, a platéia sufoca-o com uma quantidade exagerada de perguntas, não o deixando calado um segundo. É interessante que após a sua exposição ele sai morto de cansado do palco, porque jamais falou tanto na sua vida. Com o tempo ele fica bem mais falante. No inicio, a euforia é tanta que a tendência é ele ficar um pouco prolixo. Posteriormente, aparamos as arestas chegando a um ponto de equilíbrio.
Muitos problemas afligem os oradores, e as pessoas não têm noção de como é vasta a pesquisa nesta área. Sempre me deparo com situações, personagens novos e casos desconhecidos, pois a personalidade humana é muito ampla.
O mercado de trabalho está cada vez mais exigente no que tange às respostas mais imediatas na comunicação oral. As pessoas para se sobressaírem estão agredindo emocionalmente com palavras duras os mais fracos, principalmente os tímidos.
No programa “O Aprendiz”, por exemplo, onde Roberto Justus atuava sob muita pressão com os convidados, percebeu-se que vários participantes não possuíam estrutura emocional para tanta pressão. Mas de quem é a culpa? Como dizem os psicólogos: “sempre é dos pais”, porque eles não possuem esclarecimento suficiente e ficam protegendo os filhos com mimo e super proteção; eles crescem com uma falta de segurança para enfrentar situações adversas e de pressão. Inclusive, como cito no artigo voz fina, às vezes, a pessoa fica com a voz infantilizada, não transmitindo segurança aos interlocutores.
Como já é de conhecimento de todos, no curso de oratória, os alunos veteranos provocam os novatos, mas tem momentos que os alunos novos captam rapidamente o sistema e também passam a provocar os veteranos.
No curso, há um advogado renomado que possui um escritório especializado em Direito Internacional. Ele tem uma cultura geral fantástica, mas é comum ele encontrar frequentadores do curso com o conhecimento igual ou superior ao dele. Numa aula, um economista iniciou um debate com este advogado, e, no decorrer do mesmo, ele falou para que ele calasse a boca porque ele só tinha informações furadas. A sorte é que eu estava no final da sala ao lado do advogado, que tinha o pavio curto, tanto que, quando era contrariado, queria partir para a briga. Inclusive, ele jogou os óculos em cima da mesa. Aí, eu, como mediador, comentei que aqui era aula de oratória falada, e não porrada. O erro do economista foi que ele era muito vaidoso e gostava de trazer a esposa para se mostrar enquanto falava no palco, fato que não aprovo no meu curso, pois, com o apoio dela, ele ficava mais seguro. Na hora em que a situação pegou fogo, a esposa ficou trêmula. O interessante é que eu fiquei acalmando o advogado, e o economista continuou falando no palco. No final da aula, o advogado caiu em si e ficou arrasado com a sua atitude, comentando que já perdeu alguns clientes por esquentar demais em situações em que é contrariado. No dia seguinte, pediu-me o telefone do economista para se desculpar, mas ele era tão vaidoso que nem quis ouvir a retratação do advogado, que era muito fechado e tímido. Hoje, após quatro anos de curso, ele está dando um show, mas sempre está sendo testado.
Numa aula recente, ele enfrentou um aluno que é cantor lírico, e é formado em História e Filosofia. O advogado e o cantor começaram a discutir sobre religiões e povos antigos. O cantor, que também não tem paciência, chamou o advogado três vezes de imbecil. O pior é que era véspera de ano novo e, na platéia, estavam o filho, o irmão e a cunhada do advogado, mas, por incrível que pareça, o advogado ficava o tempo todo acalmando o cantor, comentando que ele estava nervoso, que daquela forma ele perderia a razão. Ficamos todos perplexos com esta nova imagem light do advogado. Há dois anos, ele matriculou o seu filho de 8 anos no curso de oratória porque ele achava fundamental o filho não passar pelas mesmas dificuldades de inibição dele. O menino frequentou o curso durante dois anos continuamente e fez o comentário que ele não era mais tímido, porque estava conseguindo se aproximar das garotas do colégio e todos riram na sala.
Eu comentei que não era interessante a presença de familiares no curso, mas o que deu certo até o momento é pai, filho e irmãos frequentarem o curso. Só não deu certo marido e esposa, namorado e namorada, pois eles aproveitam a aula para se agredirem com fatos pessoais.
Naquele dia em que compareceram os parentes do advogado, era uma aula festiva de final de ano, mas como a arena dos leões não respeita nada, acabou acontecendo o debate acalorado. O último teste do advogado foi em março de 2007, quando ele enfrentou um advogado que no concurso para procurador, e ficou em primeiro lugar na prova oral – com o staff de advogados famosos do curso, fica fácil treinar para as provas orais dos concursos públicos na área jurídica.
É muito comum os estudantes de Direito frequentarem o meu curso de oratória para treinar os pontos que serão argüidos na prova oral dos concursos públicos que prestam. Este treinamento é muito interessante porque eles ficam afiados na argumentação sob pressão, pois nessas provas a pressão da banca examinadora é enorme. Muitos juízes, promotores e defensores públicos já passaram pelo meu curso. E muitos continuam mesmo depois de aprovados.
Além deste advogado do concurso, havia outra advogada tributarista/comercial e uma professora universitária. A dupla provocou o aluno veterano: aquele advogado que era estressado e estava mais controlado se desequilibrou. As duas duvidaram do mestrado que ele havia feito nos Estados Unidos. A pressão foi tanta que ele voltou a surtar, falando em altos brados, com um descontrole emocional gritante.
Isso revela o quão importante é a manutenção do treinamento, que é possível com o sistema de Clube de Oratória que criei, pois o aluno veterano, após o término da sua carga horária estipulada, fica livre para se reciclar sem ônus adicionais. Desta forma, ele pode exercitar constantemente as suas atividades profissionais e intelectuais de apresentações em público, pois possuímos todos os equipamentos de áudio-visual, como projetor multi-mídia, tela, microfones, DVD-player, retroprojetor, vídeo, auditório, palco etc.
Numa aula de oratória em grupo, testei uma aluna veterana que é uma excelente advogada, e, na platéia, encontrava-se uma aluna que estava estudando comunicação, mas não possuía cultura geral – era bonitinha, loira e tinha em torno de 20 (vinte) anos de idade, enquanto a advogada beirava aos 35 anos.
A advogada estava ensaiando uma palestra que iria apresentar num evento jurídico. No decorrer da sua apresentação, orientei a loira para que se dirigisse ao palco e ficasse calada sem falar uma única palavra, no intuito de testar a advogada. Instiguei a platéia comentando que a estudante de comunicação não precisava abrir a boca, pois com a sua beleza e juventude, todos prestariam mais atenção nela do que na advogada. A reação da palestrante foi de perplexidade, chegando a interromper a sua apresentação, retirando-se do palco e abandonando a aula. Uma semana depois, ela aparece e faz o seguinte comentário:
Simon, quando você me provocou, fiquei revoltada, com vontade de largar o curso, mas, depois, entendi que eu não podia dar importância a provocações durante as minhas apresentações.
O objetivo desta técnica é demonstrar que, com todo o conteúdo do palestrante, se a sua apresentação não for interessante e ele não conseguir prender a atenção da platéia, qualquer dispersão, como o da loira bonita ou até uma platéia agitada e inquieta, deixa-o estressado. Somente com muito treino é que nada o abalará.
Essa aluna atua na área de ensino, numa faculdade de Direito. Recentemente, ela encontrou pelo caminho um aluno provocador na sala de aula da faculdade e se estressou, coisa que não podia acontecer. Posteriormente, ela se arrependeu. Só a partir deste fato ela ficou bem mais descontraída no meu curso, passando a provocar mais os colegas na aula de oratória e aceitando mais as brincadeiras – chegou até a falar coisas absurdas, porque ela percebeu que existia uma censura, que é muito comum as pessoas carregarem no sub consciente, travando constantemente suas iniciativas espontâneas, como contar uma simples piada para um grupo de pessoas, fazer comentários mais picantes sobre a vida íntima etc.
No meu curso de oratória, realizo algumas peças de teatro de improviso e determino personagens opostos à personalidade do participante.
Aquela professora enfrentou uma situação bem adversa, onde um aluno, que era muito estressado ao discutir um tema com ela da área jurídica, não a deixava emitir sua opinião: ele adorava bater boca.
Utilizando seu vozeirão num primeiro embate que eles tiveram, a advogada se retirou do palco. Num segundo encontro, numa outra aula de oratória em grupo, ela já atuou de forma diferente: aturou a pressão até o final, comentou que foi desgastante, mas aprendeu a lidar com o orador chato, autoritário e "dono da verdade".
Ela também tinha uma dificuldade de toque: quando outros participantes do curso contracenavam com ela no palco, falando e ao mesmo tempo tocando no seu braço, ela ficava revoltada. Para perturbar mais um pouco, eu orientava os seus colegas que, ao cumprimentá-la, procurassem beijá-la e até abraçá-la. Por várias vezes, ela afastava as pessoas empurrando-as. Ao indagá-la sobre como era o toque em sua família, ela comentou que eles não eram chameguentos, havia uma certa distância entre os familiares. O mais incrível é que, quando ela falava com os participantes na platéia, por várias vezes tocava no braço deles, e até era muito comum alguns encenarem uma rejeição a este toque, comentando: “tire a mão daí", "não encoste em". Era muito engraçado!
Hoje, ela é uma participante veterana e está dando um show – um dos motivos pelos quais ela procurou o meu curso, é que os alunos dormiam durante a sua aula na faculdade, pois sua voz era fraca e também ela era muito tímida.
Como no meu curso tem um código de ética de que só divulgo o nome dos frequentadores quando eles autorizam, ela ainda não permitiu que esse fato ocorresse, mas posso comentar que, hoje, ela faz um grande sucesso em nível nacional na faculdade que leciona, implantando varias turmas de pós-graduação.
O amor e o carinho que ela tem pelo meu curso de oratória é tão gratificante, que esta advogada retribui fazendo parte da equipe dos alunos da área jurídica do curso que procuram estimular os participantes que estão treinando os pontos que irão cair em provas orais de concursos públicos.
É! Quantas coisas interessantes acontecem no curso de oratória! Já deu para perceber que o meu objetivo é fazer uma catarse na sua vida emocional e até profissional. E isso requer um tempo, não é fácil. Por esse motivo, eu criei o o Clube de Oratória Simon Wajntraub, com a frequência vitalícia livre.
O Fonoaudiólogo e Professor de Oratória Simon Wajntraub apresenta o melhor método para a correção dos distúrbios da voz e da fala e o melhor curso de oratória e argumentação sob pressão. Supere a timidez e a inibição, aprenda a falar bem em público e enfrente qualquer tipo de debate!
O número de aulas do Curso de Oratória varia entre 60 e 200, e o número de atendimentos para o tratamento dos problemas relacionados à timidez e à inibição por fobia social pode variar entre 150 e 300. Marque sua consulta!
As consultas podem ser marcadas por telefone ou por e-mail – não há a necessidade de se dirigir ao local de atendimento para marcá-las –, e podem ser realizadas, pessoalmente, nas cidades de São Paulo, Campinas ou Rio de Janeiro (em Copacabana ou na Barra da Tijuca), ou pela Internet. Todos os atendimentos devem ser marcados com antecedência.
Para maiores informações, acesse: Consultas e Curso de Oratória.
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