A Fonoaudiologia e o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub

Simon Wajntraub,
Fonoaudiólogo e Professor de Oratória

O Instituto de Oratória e Fonoaudiologia Simon Wajntraub é especializado no tratamento dos distúrbios da voz (voz roucadisfonia, voz trêmula, falhando e presa, voz fina, voz grave, voz afeminada, voz baixa, voz alta, voz anasalada – fanhos, mudança de voz para transexuais, etc.), problemas da fala (atraso de linguagem da criança – afasia infantil –, baixa auditiva, má dicção, dislalia, fala acelerada e fala lenta, afasia – perda da fala –, gagueira, etc.) e dificuldades de comunicação (timidez e inibição, fobia social, oratória, dislexia, disgrafia, etc.).

Deveres e Responsabilidades dos Fonoaudiólogos

Conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de Graduação em Fonoaudiologia estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação, a formação do Fonoaudiólogo tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício de algumas competências e habilidades específicas, entre elas a capacidade de "pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos"; de "realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo"; de "compreender e analisar criticamente os sistemas teóricos e conceituais envolvidos no campo fonoaudiológico, que abrange o estudo da motricidade oral, voz, fala, linguagem oral e escrita e da audição, e os métodos clínicos utilizados para prevenir, avaliar, diagnosticar e tratar os distúrbios da linguagem (oral e escrita), audição, voz e sistema sensório motor oral; de apreender e elaborar criticamente o amplo leque de questões clínicas, científico-filosóficas, éticas, políticas, sociais e culturais implicadas na atuação profissional do Fonoaudiólogo, capacitando-se para realizar intervenções apropriadas às diferentes demandas sociais; de possuir recursos científicos, teórico-práticos e éticos que permitam a atuação profissional e reavaliação de condutas; observar, descrever e interpretar de modo fundamentado e crítico as situações da realidade que concernem ao seu universo profissional.

O artigo 4º do Código de Ética Profisional da Fonoaudiologia, estabelece como um de seus princípios "a atualização científica e técnica necessária ao pleno desempenho da atividade" (indicadores de desempenho). E mais: são direitos do Fonoaudiólogo, conforme o artigo 5º do mencionado Código, o "exercício da atividade sem ser discriminado" e "com ampla autonomia e liberdade de convicção".

Mas, mais que direitos de atuação, os fonoaudiólogos possuem deveres e responsabilidades. Conforme o artigo 10 do Código de Ética Profisional da Fonoaudiologia, consiste em infração ética, entre outras: "executar ou propor tratamento desnecessário", "complicar a terapêutica", "utilizar técnicas ou materiais no tratamento que não tenham eficácia comprovada".

Simon Wajntraub versus Fonoaudiólogos Dinossauros

O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub cursou a Faculdade de Fonoaudiologia e é regularmente inscrito no Conselho Regional de Fonoaudiologia da Primeira Região sob o número 3813, registrado pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia desde 9 de dezembro de 1981.

Não obstante, desde quando iniciou seu trabalho em Fonoaudiologia e o seu método começou a mostrar resultados – razão maior de seu sucesso – o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub vem sendo dura e injustamente atacado, caluniado e perseguido por fonoaudiólogos e pelos próprios Conselhos de Fonoaudiologia.

O que causa maior espanto é que, em nenhum momento, nenhum de seus perseguidores fez qualquer coisa que pudesse ser chamada de crítica: são sempre acusações vazias, classistas, sem fundamentação profissional ou científica.

É que, desde sempre, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub exerce seu dever profissional de pesquisar e buscar sempre as melhores formas de tratar os distúrbios fonoaudiológicos de seus pacientes.

Logo que descobria que determinada "técnica" de "tratamento" não funcionava, que era ilusória ou de pouca função, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub não temia mandá-la para o lixo das bugigangas inúteis, que só servem para consumir tempo e dinheiro de pacientes.

Assim, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub sempre insiste para que as pessoas que sofrem de problemas fonoaudiológicos não se deixem iludir por métodos arcaicos, antiquados, patéticos, como o uso de chupetas, rolhas, línguas-de-sogra…, que não levam a absolutamente nada.

A Fonoaudiologia é uma profissão relativamente nova e, por isso mesmo, conta (ao menos deveria contar) com a sorte de ter surgido às portas do século XXI, quando presenciamos a vertiginosa escala progressiva com que aparecem os avanços científicos.

É também por isso que o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub não entende como os cursos de Fonoaudiologia ainda se prestam ao papel de ensinar a seus alunos a como colocarem rolhas, pedras, chupetas, línguas-de-sogra e apetrechos semelhantes nas bocas de seus pecientes, e também a fazerem exercícios de relaxamento e respiração que não apresentam nenhum resultado prático, conforme já denunciava há muito o renomado otorrinolaringologista Dr. Paulo Pontes (médico paulista que operou as cordas vocais do apresentador e empresário Silvio Santos): ele comenta que a primeira providência que os fonoaudiólogos tomam ao montarem seus consultórios é instalar um divã para que o paciente possa fazer relaxamento; como essa atitude não influencia em nada um tratamento da fala, o Dr. Paulo Pontes vinha tentando convencer os fonoaudiólogos paulistas a abandonarem essas perfumarias e partirem para a ação.

Não é difícil constatar a inutitlidade desses procedimentos da idade da pedra: Você só precisa pensar que existem pessoas que falam bem, e, para falarem bem, nunca precisaram fazer exercícios de divã, nem chuparem chupetas, morderem rolhas, etc. Por que, então, submeter pacientes, adultos, a procedimentos arcaicos como esses?

A questão é mais profunda: por que não adotar novos métodos, que dispensam tais artifícios burlescos, e que são, no mínimo, mais eficientes que estes? A resposta para essa indagação etá entre a teimosia, aa desinformação e preguiça intelectual.

Depois de atender e tratar efetivamente de um número sem fim de pacientes que o procuraram após terem passado por todos esses métodos dinossáuricos sem sucesso, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub possui subsídios para afirmar que tais métodos não só são ultrapassados, como também não funcionam – se funcionam (o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub não perdeu tempo suficiente com tais quinquilharias medievais para saber se existe a mínima possibilidade delas servirem para alguma coisa além de exporem pacientes ao ridículo), elas não funcionam tão bem quanto o método Simon Wajntraub.

Mesmo exercendo regularmente a profissão de Fonoaudiólogo e apresentando resultados satisfatórios – para dizer o mínimo – para todos os seus pacientes, Simon Wajntraub não se livrou da inveja, da perseguição e dos ataques gratuitos, sem nenhum embasamento científico, promovidos por parte da classe fonoaudiológica do país.

Parte dos profissionais em Fonoaudiologia parece ser bastante sensível a críticas, mesmo quando estas são procedentes e relevantes. Admitir que certos procedimentos não funcionam ou que já estão ultrapassados ainda é um tabu entre grande parcela dos profissionais em Fonoaudiologia, tabu esse que é incompatível com os princípios da Ciência e da Ética da Fonoaudiologia.

Simon Wajntraub
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Conselho Federal de Fonoaudiologia

Depois de regulamentada a profissão, na década de 80, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub providenciou a documentação necessária para o seu registro, tal como exigia a lei recém-criada, mas o Conselho Federal de Fonoaudiologia, rejeitou sua inscrição sem qualquer motivo, sem lhe comunicar nada, e, ainda por cima, promovendo queixa-crime caluniosa contra ele na Polícia Federal, sob a alegação de que Simon Wajntraub estaria exercendo a profissão ilegalmente.

Por conta disso, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub impetrou mandado de segurança contra aquele ato de abuso de poder do Conselho Federal de Fonoaudiologia, sendo vitorioso e obtendo sentença que lhe foi favorável, obrigado tal conselho a realizar o seu registro profissional como Fonoaudiólogo.

Nas palavras do Procurador da República Dr. Fernando H. O. de Macedo, "o grupo no momento politicamente dominante no Conselho Federal de Fonoaudiologia […] quis excluir, e quer manter excluído de seus quadros um profissional comprovadamente competente (no aspecto científico do termo), mas que, política e profissionalmente, não lhe é simpático, além de lhe constituir (se regularizada a sua inscrição profissional), um fator concorrencial difícil de enfrentar num regime de sadia liberdade de mercado".

Simon Wajntraub
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Conselho Regional de Fonoaudiologia

Logo que surgiu o Conselho Regional de Fonoaudiologia, no Rio de Janeiro, este também começou a perseguir implacavelmente o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub, dando verdadeiros vexames em público. Um deles foi quando publicaram um edital no Jornal do Brasil depois de uma entrevista de Simon Wajntraub à Revista de Domingo, na qual criticou os métodos arcaicos aplicados pelos fonoaudiólogos.

Três dias depois dessa entrevista, o Conselho Regional de Fonoaudiologia disser ao Jornal do Brasilque o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub não estaria autorizado a emitir opiniões porque não seria registrado no Conselho Federal de Fonoaudiologia. No dia seguinte, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub publicou um anúncio no mesmo jornal com a foto de sua carteira do Conselho Federal, intimando-os a desmentir a calúnia que publicaram contra ele. Na semana seguinte, o Conselho Regional de Fonoaudiologia publicou, timidamente, sua retratação pedindo desculpas pela informação irresponsável que haviam publicado na semana anterior, mas ainda tiveram a ousadia de mencionar, no fim da retratação, que Simon Wajntraub deveria "aprender a ética da classe"… Como podem caluniadores irresponsáveis ter o atrevimento de querer falar sobre ética?

Felizmente, as coisas estão mudando. Os fonoaudiólogos mais jovens que visitam os cursos do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub, ficam encantados com os resultados que presenciam, e, ao mesmo tempo, revoltados com o ranço do ensino que encontram nas faculdades de Fonoaudiologia.

"Recentemente, recebi o telefonema de uma mãe preocupada em encontrar uma chupeta ortodôntica para seu filho, pois a fonoaudióloga que o estava atendendo pediu que ela comprasse, mas ela não estava achando o tal modelo de chupeta. Quando perguntei à mãe do garoto qual era o problema e qual a idade dele, ela respondeu que ele tinha treze anos e pronunciava os fonemas em"S" e "Z" lateralmente (o chamado sigmatismo lateral), que faz o som sair como se fosse um "X". Além de pronunciar os fonemas dessa forma, o garoto entortava a arcada inferior para pronunciá-los. Comentei imediatamente com a mãe do menino que ele estaria fazendo papel de palhaço se ele, com treze anos, pusesse uma chupeta na boca. O mais chocante é que a mãe acrescentou que, além de estar a ponto de pôr uma chupeta ortodôntica na boca, seu filho já estava usando uma língua-de-sogra no nariz, alternando as narinas para treinar respiração. Desnecessariamente! Convidei-a a trazer o filho para fazer o tratamento comigo e, ao manter o primeiro contato, percebi que ele, que se chamava Pablo, também apresentava voz fina. Em apenas dois minutos, corrigi o problema do sigmatismo lateral de Pablo e levei apenas mais dois minutos para corrigir-lhe a voz. Tudo foi devidamente documentado em vídeo, e a mãe do menino presenciou sua cura, ficando perplexa e emocionada com os resultados que viu e ouviu. Ela chegou a dizer que "iria a todos os programas de televisão para denunciar a incompetência da maioria dos fonoaudiólogos, que ficam enrolando seus pacientes com terapias ultrapassadas", que são comprovadamente ineficazes, o que faz com que muitos pacientes abandonem a terapia e muitos fonoaudiólogos mais jovens abandonem o exercício da profissão por total falta de estímulo, devido principalmente aos resultados negativos que dão a sensação de se estar dando murro em ponta de faca".

(Simon Wajntraub)

Simon Wajntraub
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Conselho REGIONal de Fonoaudiologia

No dia 17 de abril de 2001, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub foi convidado para apresentar o seu método de trabalho no Programa do Jô.

Na entrevista, ele apresentou alguns casos de tratamento da voz fina e propôs que o Jô Soares convidasse pessoas da platéia, para que ele demonstrasse o método, corrigindo alguma deficiência da voz ou da fala que a pessoa pudesse apresentar.

Foi escolhido o Fabinho, que pertencia à produção do programa, e apresentava uma voz infantil, muito fina. Através de exercícios vocais, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub alterou o seu tom vocal, buscando os graves e médios.

O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub também apresentou um paciente, o Márcio Araújo, cujo pai fora professor de trompete do Jô Soares. Ele apresentava uma gagueira acentuada quatro meses antes da entrevista, e, na sua apresentação no Programa do Jô, Márcio já falava normalmente.

Apresentou também o caso do Felipe, que era extremamente gago, e, em três meses, apresentou um progresso assombroso.

Por último, apresentou um Promotor de Justiça que possuía uma voz muito fina, chegando ao ponto de ser confundido com mulher ao telefone.

A entrevista durou em torno de 45 minutos. O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub contestou os métodos tradicionais dos fonoaudiólogos, que insistem em utilizar rolhas, chupetas, língua-de-sogra, etc.

O paciente Márcio Araújo comentou as tentativas frustrantes de tratamento com rolhas, bexigas, que seus fonoaudiólogos utilizavam sem, sontudo, apresentarem resultados práticos.

A entrevista do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub causou incômodo na comunidade dos fonoaudiólogos, que bombardearam a produção do Programa do Jô com pedidos de "direito de resposta".

Como democrático que é, Jô Soares concedeu esse "direito de resposta" ao Conselho Regional de Fonoaudiologia da Segunda Região, que indicou uma Fonoaudióloga para a entrevista que se realizou no dia 23 de maio de 2001.

O Jô iniciou a entrevista dizendo que um dos mostivos para ela estar ali é porque a produção recebeu uma porção de faxes de fonoaudiólogos e pessoas ligadas à Fonoaudiologia falando da entrevista do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub. Então, ele pergunta: "O que incomodou aos fonoaudiólogos na entrevista do Simon?"

ENTREVISTADA: "Jô, a Fonoaudiologia trabalha com comunicação humana. Na verdade nós trabalhamos com voz, fala, linguagem, audição, e o Conselho de Fonoaudiologia tem dedicado todo o seu esforço para que a população possa compreender o quanto ela pode contar com o profissional que auxilia a comunicação. Quem se comunica melhor é mais feliz, quem se comunica melhor tem mais emprego, quem se comunica melhor é mais satisfeito do ponto de vista emocional…"

(A pergunta do Jô foi: "O que incomodou aos fonoaudiólogos na entrevista do Simon?". Como se nota, a entrevistada não respondeu à pergunta)

JÔ SOARES: "Mas, então, ele [Simon Wajntraub] é perfeito!".

ENTREVISTADA: "Só que a comunicação, Jô, é uma coisa difícil, que do ponto de vista de magia, de uma hora para outra, para você sair se comunicando bem, não é verdade".

(Como se pode notar da entrevista do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub – além de todos os textos publicados aqui e de todas as demais entrevistas dele, também disponíveis neste site –, em nenhum momento ele prometeu qualquer coisa mágica, muito menos que seus pacientes saem "se comunicando bem de uma hora para outra". O que Simon Wajntraub promete, garante e demonstra é que seus pacientes são atendidos através do melhor método para tratamento dos problemas fonoaudiológicos que apresentem, sem engodos e bugigangas de rolhas, chupetas, línguas-de-sogra e outras quinquilharias da idade da pedra)

ENTREVISTADA: "Então, o que eu gostaria, é aproveitar e dar para você o papel do nosso Conselho, da nossa campanha da comunicação, problemas de audição, voz, fala, escrita, é uma questão de Fonoaudiologia, o trabalho todo que se faz […], é do Conselho Regional de São Paulo, a nossa Conselheira, a nossa Presidente, a Fonoaudióloga Telma costa está aqui na platéia…"

JÔ SOARES: "Cadê a Telma? Fala alguma coisa, Telma! Ora, Fonoaudióloga calada?!"

O Jô continua a entrevista, indagando:

"O problema da gaueira, por exemplo, que é uma das coisas que o Simon trata, e trata com sucesso […], as pessoas que vieram aqui, comprovadamente – não era uma coisa preparada –, tinham problema de gagueeira, e, pelo método dele, ficaram boas – foi até engraçado porque eu pedi pro David Brasil vir aqui, que é gago, mas a gagueira dele já virou uma coisa profissional, e ele estava com um medo louco de perder a gagueira –, não é válido a pessoa usar métodos, como já ficou provado, através dos séculos, pela própria medicina, pela própria ciência, não é válido experiências diferentes, que à primeira vista podem parecer que estão extrapolando os cânones regulares da técnica, não é válido a pessoa experimentar, se dá certo?"

ENTREVISTADA: "Eu acho que é válido toda e qualquer experiência, desde que ela seja controlada cientificamente, desde que a gente não coloque em risco a população, e muito menos a dignidade de uma categoria profissional".

(O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub concorda em parte com isso: é válida toda experiência cientificamente controlada e que não coloque em risco a saúde do paciente. Mas quanto a colocar em risco a "dignidade de uma categoria profissional", Simon Wajntraub, que é Fonoaudiólogo também, sustenta a opinião de que dignidade e respeito são coisas que devem ser conquistadas, e não impostas. E não é só ele que sustenta isso: toda a comunidade científica compartilha da opinião de que a vaidade é inútil, é um obstáculo à evolução.

Um dos princípios da Cência dita que: se uma idéia não funciona, ela deve ser descartada, não importando em quem doa a sua perda.

Além disso, a "dignidade" de uma profissão – na verdade, a vaidade de alguns – é uma coisa deveras abstrata para estar acima do bem-estar, da saúde do paciente. Se criticar métodos ultrapassados, retrógrados, da idade da pedra, que não funcionam (ou, se funcionam, funcionam muito mal) – ainda mais quando quem critica apresenta também melhores resultados que os criticados – representa um risco à dignidade de uma profissão, adotar tais métodos, quando desnecessários, é um risco maior à dignidade do paciente. Qual vale mais?

Se a Ciência respeitasse vaidades, jamais evoluiria.)

ENTREVISTADA: "Se eu coloco uma pessoa falando com uma voz que não é sua, que não é natural, que não a representa, ela ativa um outro mecanismo cerebral, e ela é capaz de falar fluente, só que ela não se sente ela".

JÔ SOARES: "Mas isso não é provado cientificamente, é? Uma pessoa que mudou o seu sentir porque deixou de ser gago?"

ENTREVISTADA: "Não, na verdade, não… Na verdade, o que a gente sabe é que a voz nos representa".

JÔ SOARES: "Pois é, mas essa mudança mão pode ser para melhor?"

ENTREVISTADA: "Pode, claro. Só que essas estratégias são conhecidas há muito tempo pela ciência, mas elas não curam a gagueira, elas são uma espécie de bengala, uma espécie de recurso paralelo, para a pessoa não gaguejar. Agora, você imagina, Jô, se cada vez que você tivesse que falar, você tivesse que pensar na sua voz, na sua fluência, no seu tom, seria impossível".

JÔ SOARES: "Mas isso não fica automático?"

A entrevistada não responde a essa pergunta.

Antes, quando ela diz que "seria impossível", ela parece não ter assistido à entrevista que motivou a ida dela ao Programa do Jô, na qual o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub apresenta e demonstra que a cura da gagueira é im possível, conforme provam os depoimentos gravados e ao vivo de seus pacientes.

A entrevista prossegue, e o Jô pergunta: "Ainda se utiliza a rolha?". A entrevistada responde dizendo que utiliza a rolha como dos seus instrumentos de trabalho. Em seguida, pediu-se ao Alex para que trouxesse as rolhas numa bandeja para demonstração. A entrevistada pediu ao Jô que oclocasse a rolha entre os dentes e que contasse junto com ela de 1 até 20. Depois disso, ela perguntou se a sua articulação havia melhorado, e o Jô respondeu que não. A entrevistada, então, pediu ao Jô que fizesse de novo, e, depois disso, indagou: "Como é que está sua articulação agora?".

O Jô, morrendo de pena, diz que melhorou.

Então, a entrevistada comenta que os locutores de rádio, tradicionalmente colocam caneta ou lápis entre os dentes para melhorarem a articulação.

(Simon Wajntraub observa que nenhum dos seus pacientes que trabalham com voz, entre eles, muitos locutores de rádio, precisa se socorrer de artifícios como estes, e reitera suas críticas ao uso de tais bugigangas)

A seguir o Jô brinca dizendo: "Quer dizer que a pessoa deve sempre andar com uma rolhazinha no bolso" (o pior é que, pasmem, a entrevistada concorda com isso!), para toda vez que for falar, pedir licença, colocar a rolha na boca e contar até vinte". A platéia caiu na gargalhada.

Continuando, o Jô abre a gaveta e retira uma chupeta e uma língua-de-sogra pedindo explicações sobre esses recursos, e a entrevistada confirma que estes objetos são utilizados pelos fonoaudiólogos; o o Jô coloca a chupeta na boca e a entrevistada tenta explicar como é utilizado este recurso ultrapassado, mas que não é utilizado com adultos, e, quando o Jô utiliza a língua-de-sogra, pedindo explicações, ela comenta que este recurso é muito pouco utilizado.

Todavia, o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub possui mais de 500 gravações de pacientes que tentaram outras terapias e comentam que tiveram que utilizar a língua-de-sogra e chupeta, sendo a maioria deles adultos.

A produção do programa escolheu a entrevista do Fonoaudiólogo Simon Wajntraub para reprisar nas férias, sendo a primeira a ser reprisada, no dia 25 de dezembro, mas não reprisou a entrevista da representante do Conselho Regional de Fonoaudiologia de São Paulo, nem deu atenção aos novos protestos dos fonoaudiólogos que ficaram incomodados com a reprise.

"Se você falar uma coisa, da qual não tem certeza, mas falar bem articulado, você acaba convencendo". (representante do Conselho Regional de Fonoaudiologia de São Paulo)

O Fonoaudiólogo Simon Wajntraub, mesmo sendo muito bem articulado, prefere falar apenas das coisas de que ele tem certeza, para convencer com fatos e resultados documentados, e não com recursos de linguagem e retóricas bem articuladas.

Por fim, resta observar que, ao contrário do que fez o Fonoaudiólogo Simon Wajntraub em sua entrevista, demosntrando a eficácia de seu método, o Conselho Regional de Fonoaudiologia, na entrevista de "direito de resposta", não apresentou nenhum e estudo ou resultado que comprovassem a utilidade dos recursos ultrapassados que estavam sendo defendidos em tal entrevista.

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O Fonoaudiólogo e Professor de Oratória Simon Wajntraub apresenta o melhor método para a correção dos distúrbios da voz e da fala e o melhor curso de oratória e argumentação sob pressão. Supere a timidez e a inibição, aprenda a falar bem em público e enfrente qualquer tipo de debate!

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Para maiores informações, acesse: Consultas e Curso de Oratória.

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