Dicção

Melhore sua dicção com a metodologia Simon Wajntraub

Dicção é a forma correta de se emitirem os fonemas e faz parte da Lingüística.

Em outras palavras, é como se você fosse alfabetizado utilizando corretamente os órgãos fonadores, como a língua, os lábios, as bochechas, os alvéolos, o palato, as mandíbulas e até os dentes. Por exemplo: se você vai pronunciar um fonema linguodental, como “L”, “T”, “D” ou “”N, você tem que elevar a língua até atrás dos dentes incisivos superiores, encostando a língua no céu-da-boca para emitir corretamente esses fonemas.

No link Dislalia, descrevo todos os erros que a pessoa pode cometer na dicção. É importante frisar que você não deve fazer aqueles exercícios ridículos de que já falei anteriormente ( os das rolhas, pedrinhas, línguas-de-sogra, chupetas,etc.) e só deve exercitar os fonemas em si. Por exemplo, se uma pessoa troca o “L” pelo “R”, dizendo PRANTA ao invés de PLANTA, o importante é dar uma paradinha antes de ela emitir o fonema “L”.Com essa paradinha,, a pronúncia desse fonema será feita muito mais facilmente, e isso ocorrerá na correção de todos os outros fonemas.

Você que já passou por alguma terapia tradicional deve estar espantado com o modo como eu simplifico as coisas. Agora você pode começar a entender o que eu quis dizer quando falei em “fazer papel de palhaço”. E você, atleta, fazia religiosamente seus exercícios de respiração em consultórios localizados nos bairros mais poluídos das grandes cidades, hein?

 

Orientação Especial sobre dicção para Professores de Alfabetização e para os Pais

Quando a criança apresentar troca de letras tanto na fala quanto na escrita, vocês, com paciência, podem corrigir esse problema sozinhos sem precisar encaminhar a criança para os fonoaudiólogos, sobretudo se ela não apresentar qualquer problema neurológico, visual ou auditivo. E posso afirmar que 99% das crianças não têm deficiências nessas áreas, mas ,mesmo que tenham alguma, o método para a correção dos problemas é o mesmo: na base da repetição e da orientação contínua.

 

Já dei palestras em vários colégios para professores e expliquei-lhes que eles poderiam corrigir a troca de letras feita pelos alunos. Eles ficavam abismados e costumavam perguntar se não existiam equipamentos eletrônicos específicos para o caso, que os fonoaudiólogos utilizavam. Respondi que os tais equipamentos são aqueles que eu já citei para vocês acima : as famigeradas rolhas, línguas-de-sogra,etc.Após a minha orientação ,vários professores me ligaram dizendo-me que haviam conseguido pleno êxito corrigindo a troca de letras de seus alunos tanto na fala quanto na escrita – E O MATERIAL UTILIZADO FORAM ELES PRÓPRIOS E MAIS NADA!

Para terminar,um lembrete :não ache uma gracinha quando seu filho falar TOTA-TOLA; corrija-o imediatamente para que ele não fixe o problema na área neurológica.

O melhor exercício para se corrigir a troca de letras é o sistema de FEEDBACK, em que você coloca um: “headphone” nos ouvidos e fala ao microfone ouvindo a sua dicção da forma exata que está sendo emitida, e com isso você vai começar a se autocorrigir. Caso você não tenha um equipamento de som ou de vídeo, vá em frente à parede,colocando o rosto colado com a mesma e,com as palmas das mãos, faça uma concha acústica, puxando as orelhas para a frente e falando ao msmo para identificar e corrigir os erros da sua dicção. Nos seis CDs que compõem o meu método, existem duas horas consecutivas de exercícios para o treino da dicção.

 

 

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