Simon Wajntraub,
Fonoaudiólogo e Professor de Oratória
O Instituto de Oratória e Fonoaudiologia Simon Wajntraub é especializado no tratamento dos distúrbios da voz (voz rouca – disfonia, voz trêmula, falhando e presa, voz fina, voz grave, voz afeminada, voz baixa, voz alta, voz anasalada – fanhos, mudança de voz para transexuais, etc.), problemas da fala (atraso de linguagem da criança – afasia infantil –, baixa auditiva, má dicção, dislalia, fala acelerada e fala lenta, afasia – perda da fala –, gagueira, etc.) e dificuldades de comunicação (timidez e inibição, fobia social, oratória, dislexia, disgrafia, etc.).
Desenvolvi aparelhos eletrônicos para um melhor controle dos seguintes aspectos: Pressão da língua sobre os dentes – Deglutição Atípica; Colocação da voz; Ritmo pessoal acelerado.
Controle da pressão da língua sobre os dentes (Deglutição Atípica)
A pessoa coloca um botão na boca para que possa apertá-lo com a língua. Na ponta do mesmo, existem duas formas: "U" ou "V", para afinar ou arredondar a ponta da língua. Esse botão está ligado a um dispositivo que acusará o tempo máximo que a pessoa conseguir manter a mola sob pressão. Caso isso não ocorra, o aparelho emite um "beep" para que seja zerado o relógio.
O maior problema da língua é a pressão que ela exerce sobre os dentes, principalmente na deglutição. O aparelho de controle da pressão da língua auxilia nos tratamentos ortodônticos, funcionando, inclusive, como medida preventiva. Esse aparelho pode ser levado para a pessoa treinar em casa ou mesmo no consultório.
Também desenvolvi um aparelho portátil a pilhas para o paciente exercitar a forma e a força da língua em casa. Quando ele aperta a pressão máxima do botão, pára de tocar um alarme; quando ele solta totalmente o botão, o aparelho desliga.
É importante frisar que, quando se tem um problema na língua, o máximo da pressão em ambos os aparelhos é de dois segundos. Quem tem a língua normal mantém a pressão durante dois minutos.
O aparelho que tem o relógio digital deve ficar no consultório do ortodontista para que este acompanhe a evolução do paciente tanto na forma quanto na força da língua. O ortodontista poderá, inclusive, instalar esse aparelho em sua sala de espera e cobrar um aluguel pela utilização do mesmo.
Quando lancei esses aparelhos, chamei à minha clínica o presidente da Associação dos Ortodontistas do Município do Rio de Janeiro, e ele comentou que era incrível como eu havia acertado "na mosca", já que acabara de sair naquela época um livro nos Estados Unidos que falava sobre a influência negativa da língua sobre os dentes. O ortodontista mostrou-se interessado em usar os aparelhos, mas antes me pediu para que os deixasse em experiência na Associação, acrescentando que, se fosse comprovada a eficácia dos mesmos na correção da língua, eles me dariam um certificado aprovando oficialmente o equipamento que eu havia criado.
Ainda a respeito desse assunto, concedi uma reportagem nessa época à revista MANCHETE, e a repercussão da mesma, com a conseqüente procura dos aparelhos, foi enorme, já que os ortodontistas não agüentavam mais mandar seus pacientes para os fonoaudiólogos e estes ficarem tratando os mesmos com técnicas primárias como chupar balinhas de jujuba, pôr comidas pastosas na boca, chupar chupetas, soprar línguas-de -sogra, bolas de gás, etc. Com isso, os pacientes acabavam abandonando a terapia fonoaudiológica e prejudicavam o resultado final do tratamento ortodôntico.
Mesmo sem a utilização dos aparelhos, quando o paciente vem me procurar para resolver um problema seu na língua, em poucas consultas ensino-lhe alguns movimentos para que ele não empurre os dentes com a língua enquanto quando estiver comendo ou falando, e com isso o resultado vem a curto prazo, e vários ortodontistas me elogiam pela rapidez com que o progresso do paciente acontece. Nos casos envolvendo deglutição atípica, utilizo também o vídeo, dando "closes" na boca do paciente para ele ver os erros que comete.
Não cheguei a dar prosseguimento a esse projeto, desenvolvido no final da década de 70, porque os engenheiros que estavam trabalhando comigo me disseram que só era viável comercialmente fabricar acima de 5000 aparelhos. Então, argumentando que não tinha verba suficiente para pôr em prática esse projeto, desisti temporariamente do mesmo, cuja patente se encontra devidamente registrada. Isso tudo aconteceu por uma total falta de visão de futuro, já que os engenheiros só pensaram nos ganhos imediatos (COMO A MAIORIA DOS BRASILEIROS, ALIÁS) e não se deram conta de que esse poderia ter sido um excelente investimento.
O Fonoaudiólogo e Professor de Oratória Simon Wajntraub apresenta o melhor método para a correção dos distúrbios da voz e da fala e o melhor curso de oratória e argumentação sob pressão. Supere a timidez e a inibição, aprenda a falar bem em público e enfrente qualquer tipo de debate!
O número de aulas do Curso de Oratória varia entre 60 e 200, e o número de atendimentos para o tratamento dos problemas relacionados à timidez e à inibição por fobia social pode variar entre 150 e 300. Marque sua consulta!
As consultas podem ser marcadas por telefone ou por e-mail – não há a necessidade de se dirigir ao local de atendimento para marcá-las –, e podem ser realizadas, pessoalmente, nas cidades de São Paulo, Campinas ou Rio de Janeiro (em Copacabana ou na Barra da Tijuca), ou pela Internet. Todos os atendimentos devem ser marcados com antecedência.
Para maiores informações, acesse: Consultas e Curso de Oratória.
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